pneus Alfa Romeo Giulietta 2010 Manual de Uso e Manutenção (in Portuguese)
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CONHECIMENTO
DO VEÍCULO
SEGURANÇA
ARRANQUE
ECONDUÇÃO
EM EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO
E CUIDADOS
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
ÍNDICE
Valores visualizadas
Autonomia
Indica a distância indicativa que pode ser ainda percorrida com o
combustível presente no interior do depósito.
No display aparece a indicação “- - - -” quando se verificam os se-
guintes eventos:
– valor de autonomia inferior a 50 km (ou 30 mi)
– em caso de paragem do veículo com o motor ligado por um tem-
po prolongado.
AVISO A variação do valor de autonomia pode ser influenciada
por diferentes factores: estilo de condução, tipo de percurso (au-
to-estrada, urbano, secundário, etc.), condições de utilização do
veículo (carga transportada, pressão dos pneus, etc.). Assim, a
programação de uma viagem deve ter em conta o descrito ante-
riormente.Distância percorrida
Indica a distância percorrida desde o início da nova missão.
Consumo médio
Representa a média dos consumos desde o início da nova viagem.
Consumo instantâneo
Exprime a variação, actualizada constantemente, de consumo do
combustível. Em caso de estacionamento do veículo com o motor
ligadonodisplayéapresentadaaindicação“----”.
Velocidade média
Representa o valor médio da velocidade do veículo em função do tem-
po total decorrido desde o início da nova missão.
Tempo de viagem
Tempo decorrido desde o início da nova missão.
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CONHECIMENTO
DO VEÍCULO
SEGURANÇA
ARRANQUE
ECONDUÇÃO
EM EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO
E CUIDADOS
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
ÍNDICESe o ABS intervier, é sinal de que se está a atingir
o limite de aderência entre os pneus e o piso da
estrada: abrandar para adequar a marcha à ade-
rência disponível.
ABS (sistema)
É parte integrante do sistema de travões e evita, com qualquer con-
dição de piso da estrada e de intensidade da acção de travagem,
o bloqueio e a consequente derrapagem de uma ou mais rodas,
garantindo o controlo do veículo mesmo em travagens de emer-
gência.
Completa o sistema o dispositivo EBD (Electronic Braking Force Dis-
tribution), que permite repartir a acção de travagem entre as ro-
das anteriores e as posteriores.
AVISO Para ter a máxima eficiência do sistema de travagem é ne-
cessário um período de assentamento de aprox. 500 km): durante
este período é aconselhável não efectuar travagens muito bruscas,
repetidas e prolongadas.
O ABS desfruta da melhor forma a aderência dis-
ponível, mas não é capaz de a aumentar; é ne-
cessário portanto, em todo o caso, ter cautela com
pisos escorregadios, sem correr riscos injustificados.
Quando o ABS intervém e se sentem as pulsações
no pedal do travão, não aligeirar a pressão, mas
manter o pedal bem premido; desta forma, con-
seguirá travar no menor espaço possível, compativelmente
com as condições do piso da estrada.
INTERVENÇÃO DO SISTEMA
É detectável através de uma ligeira pulsação do pedal do travão,
acompanhada de ruído: isto indica que é necessário adaptar a ve-
locidade ao tipo de estrada em que se está a circular.
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CONHECIMENTO
DO VEÍCULO
SEGURANÇA
ARRANQUE
E CONDUÇÃO
EM EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO
E CUIDADOS
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
ÍNDICE
SISTEMA VDC
(Vehicle Dynamics Control)
É um sistema de controlo da estabilidade do veículo, que ajuda a
manter o controlo direccional em caso de perda de aderência dos
pneus. O sistema é capaz de reconhecer situações potencialmen-
te perigosas para a estabilidade do veículo e intervém automati-
camente nos travões de forma diferenciada nas quatro rodas, de
modo a fornecer um binário estabilizante do veículo.
O VDC inclui, por sua vez, os seguintes sistemas:
❍Hill Holder
❍ASR
❍Brake Assist
❍MSR
❍CBC
❍“ELECTRONIC Q2” (“E-Q2”)
❍DST
❍RAB
INTERVENÇÃO DO SISTEMA
É indicada pelo lampejo da luz avisadoraáno quadro de ins-
trumentos: informar que o veículo está em condições críticas de
estabilidade e aderência.
ACTIVAÇÃO DO SISTEMA
O VDC activa-se automaticamente a cada arranque do motor e não
pode ser desactivado.
SISTEMA HILL HOLDER
É parte integrante do sistema VDC e facilita o arranque nas subidas.
Activa-se automaticamente nos seguintes casos:
❍nas subidas: veículo estacionado em estrada com inclinação su-
perior a 5%, motor ligado, pedal do travão premido e caixa
de velocidades em ponto-morto ou uma velocidade (diferente
da marcha-atrás) engatada;
❍nas descidas: veículo estacionado em estrada com pendência
superior a 5%, motor ligado, pedal do travão premido e mar-
cha-atrás engatada.
Em fase de arranque a centralina do sistema VDC mantém a pres-
são de travagem nas rodas até ao alcance do binário de motor
necessário ao arranque ou, de qualquer forma, por cerca de 2 se-
gundos, permitindo deslocar facilmente o pé direito do pedal do
travão para o acelerador.
Decorrido esse tempo, sem que tenha sido efectuado o arranque,
o sistema desactiva-se automaticamente soltando gradualmente a
pressão de travagem. Durante esta fase é possível ouvir um ruí-
do: isto indica o iminente movimento do veículo.
AVISO O sistema Hill Holder não é um travão de estacionamento.
Não abandonar o veículo sem ter accionado o travão de mão, des-
ligado o motor e inserido uma mudança.
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CONHECIMENTO
DO VEÍCULO
SEGURANÇA
ARRANQUE
ECONDUÇÃO
EM EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO
E CUIDADOS
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
ÍNDICE
SISTEMA ASR (AntiSlip Regulation)
É parte integrante do sistema VDC. Intervém automaticamente em
caso de derrapagem de uma ou ambas as rodas motrizes, de per-
da de aderência em piso molhado (aquaplaning), aceleração em
pisos escorregadios, com neve ou gelo, etc...
Em função das condições de derrapagem, são activados dois dife-
rentes sistemas de controlo:
❍se a derrapagem afectar ambas as rodas motrizes, o ASR in-
tervém reduzindo a potência transmitida pelo motor;
❍se o patinamento diz respeito apenas a uma das rodas motrizes,
o ASR intervém travando automaticamente a roda que patina.
Para o correcto funcionamento dos sistemas VDC
e ASR é indispensável que os pneus sejam da mes-
ma marca e do mesmo tipo em todas as rodas, em
perfeitas condições e sobretudo do tipo, marca e dimen-
sões prescritas.
Durante a eventual utilização da roda sobresselente
o sistema VDC continua a funcionar. De qualquer
forma, deve ter presente que a roda sobresselen-
te, tendo dimensões inferiores em relação ao pneu nor-
mal, apresenta uma menor aderência em comparação com
os outros pneus.
As prestações do sistema VDC e ASR não devem in-
duzir o condutor a correr riscos inúteis e não jus-
tificados. O tipo de condução deve ser sempre ade-
quado às condições da superfície da estrada, à visibilida-
de e ao trânsito. A responsabilidade pela segurança na es-
trada, é sempre e em todo o caso do condutor.
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CONHECIMENTO
DO VEÍCULO
SEGURANÇA
ARRANQUE
E CONDUÇÃO
EM EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO
E CUIDADOS
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
ÍNDICE
AVISOS GERAIS
Durante as manobras de estacionamento prestar sempre a máxi-
ma atenção a obstáculos que se possam encontrar sobre ou sob os
sensores.
Os objectos colocados a distância muito próxima na parte poste-
rior do veículo, em algumas circunstâncias não são de facto de-
tectados e portanto podem danificar o veículo ou ser danificados.
A responsabilidade do estacionamento e de outras
manobras perigosas é sempre do condutor. Ao efec-
tuar estas manobras, o condutor deve certificar-se
de que no espaço de manobra não estejam presentes pes-
soas (especialmente crianças) nem animais. Os sensores
de estacionamento constituem uma ajuda para o condu-
tor, embora este nunca deva reduzir a sua atenção du-
rante as manobras potencialmente perigosas, mesmo que
realizadas a velocidade reduzida.
A seguir indicam-se algumas condições que poderão influenciar as
prestações do sistema de estacionamento:
❍uma sensibilidade reduzida do sensor e diminuição das pres-
tações do sistema de auxílio ao estacionamento, poderão ser
devidas à presença na superfície do sensor de: gelo, neve, la-
ma, pintura múltipla;
❍os sensores detectam um objecto não existente (“interferência
de eco”) provocado por interferências de carácter mecânico,
por exemplo: lavagem do veículo, chuva (condições extremas
de vento), granizo;
❍as sinalizações enviadas pelo sensor podem ser igualmente
alteradas pela presença nas proximidades de sistemas de ul-
tra-sons (por ex. travões pneumáticos de veículos pesados ou
martelos pneumáticos);
❍as prestações dos sensores podem também ser influenciadas
pela posição dos sensores. Por exemplo variando as regulações
(devido ao desgaste de amortecedores, suspensões) ou mu-
dando pneus, carregando demasiado o veículo, fazendo tuning
específicos que prevêem baixar o veículo;
❍a detecção de obstáculos na parte alta do veículo poderá não
estar garantida porquanto o sistema detecta obstáculos que po-
dem chocar com o veículo na parte baixa.
Para a pintura do pára-choques ou para eventuais
retoques de tinta na zona dos sensores, dirigir-se
aos Serviços Autorizados Alfa Romeo. Aplicações
não correctas de tinta poderão, de facto, comprometer o
funcionamento dos sensores de estacionamento.
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CONHECIMENTO
DO VEÍCULO
SEGURANÇA
ARRANQUE
E CONDUÇÃO
EM EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO
E CUIDADOS
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
ÍNDICE
POUPANÇA DE COMBUSTÍVEL
A seguir são indicadas algumas sugestões úteis que permitem ob-
ter uma economia de combustível e uma contenção das emissões
nocivas.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Manutenção do veículo
Zelar pela manutenção do veículo efectuando os controlos e as
afinações previstas no “Plano de manutenção programada” (ver
capítulo “Manutenção e cuidados”).
Pneus
Controlar periodicamente a pressão dos pneus com um intervalo
não superior a 4 semanas: se a pressão estiver muito baixa, os
consumos aumentam, porque a resistência ao rolamento é maior.
Cargas inúteis
Não viajar com a bagageira sobrecarregada. O peso do veículo e
o seu alinhamento influenciam fortemente os consumos e a esta-
bilidade.
Porta-bagagens/porta-esquis
Retirar o porta-bagagens ou o porta-esquis do tejadilho depois de
utilizados. Estes acessórios diminuem a penetração aerodinâmica
do veículo, tendo uma influência negativa nos consumos. Em ca-
so de transporte de objectos especialmente volumosos, utilizar
de preferência um reboque.
Utilizadores eléctricos
Utilizar os dispositivos eléctricos apenas pelo tempo necessário.
O óculo posterior térmico, os faróis suplementares, os limpa-vi-
dros e a ventoinha do sistema de aquecimento, absorvem uma no-
tável quantidade de corrente, provocando por conseguinte um au-
mento do consumo de combustível (até +25% em circulação ur-
bana).
Climatizador
O uso do climatizador provoca um aumento dos consumos: quan-
do a temperatura externa o permitir, utilizar de preferência os ven-
tiladores.
Apêndices aerodinâmicos
O uso de apêndices aerodinâmicos, não certificados para tal fim,
pode prejudicar a aerodinâmica e os consumos.
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CONHECIMENTO
DO VEÍCULO
SEGURANÇA
ARRANQUE
E CONDUÇÃO
EM EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO
E CUIDADOS
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
ÍNDICE
PNEUS DE NEVE
Utilizar pneus de neve das mesmas dimensões dos de fábrica: os
Serviços Autorizados Alfa Romeo saberão aconselhá-lo na escolha
do pneu mais adequado à sua utilização.
Utilizar estes pneus só em caso de piso de estrada com gelo ou
neve.
Para o tipo de pneu de neve a adoptar, para as pressões de en-
chimento e as relativas características, respeitar escrupulosamen-
te o quanto indicado no parágrafo “Rodas” no capítulo “Caracte-
rísticas técnicas”.
As características de Inverno destes pneus reduzem-se significati-
vamente quando a profundidade da faixa de rolamento é inferior
a 4 mm. Nestes casos, devem ser substituídos.
As características específicas dos pneus de neve, fazem com que,
em condições ambientais normais ou em caso de grandes distân-
cias em auto-estrada, tenham prestações inferiores em relação aos
pneus normalmente fornecidos. É necessário, portanto, limitar a
utilização às prestações para as quais foram homologados.As características de Inverno destes pneus reduzem-se significati-
vamente quando a profundidade da faixa de rolamento
é inferior
a 4 mm. Nestes casos, devem ser substituídos.
Montar pneus iguais (marca e perfil) nas quatro rodas, para ga-
rantir a maior segurança no andamento e na travagem e uma
boa facilidade de manobra. É oportuno não inverter o sentido de
rotação dos pneus.
A velocidade máxima do pneu de neve com a indi-
cação “Q” não deve superar os 160 km/h; com a
indicação “T” não deve superar os 190 km/h; com
a indicação H não deve superar os 210 km/h; respeitan-
do sempre as normas vigentes do Código da Estrada.
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CONHECIMENTO
DO VEÍCULO
SEGURANÇA
ARRANQUE
E CONDUÇÃO
EM EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO
E CUIDADOS
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
ÍNDICE
Com as correntes montadas, manter uma veloci-
dade moderada; não exceder os 50 km/h. Evitar
os buracos, não subir degraus ou passeios e não
percorrer longos troços em estradas sem neve, para não
danificar o veículo e o asfalto.
CORRENTES DE NEVE
O uso das correntes de neve está subordinado às normas vigen-
tes em cada País. As correntes de neve devem ser aplicadas uni-
camente nos pneus das rodas dianteiras (rodas motrizes).
Controlar a tensão das correntes de neve depois de ter percorrido
algumas dezenas de metros.
Utilizar correntes de neve com volume reduzido:
– Todas as versões: para pneus 195/55 R16”, 205/55 R16”
e 225/45 R17” utilizar correntes de neve com volume reduzi-
do, com saliência máxima para além do perfil do pneu igual a 9
mm;
AVISO Na roda sobresselente não podem ser montadas correntes
de neve. Se furar uma roda anterior (motriz) e for necessário uti-
lizar correntes, deve retirar do eixo posteri
or uma roda normal e
montar a roda sobresselente no lugar desta última. Deste modo,
tendo duas rodas motrizes normais, pode montar nestas as cor-
rentes de neve.
INACTIVIDADE PROLONGADA
DO VEÍCULO
Se o veículo tiver de permanecer parado por mais de um mês,
observar estas precauções:
❍estacionar o veículo num lugar coberto, seco e possivelmente
arejado, inserir uma velocidade e certificar-se de que o travão
de mão não está inserido;
❍desligar o terminal negativo do pólo da bateria e verificar o
estado de carga da mesma. Durante o armazenamento, este
controlo deve ser repetido trimestralmente;
❍limpar e proteger as partes pintadas aplicando ceras protectoras;
❍limpar e proteger as partes metálicas brilhantes com produtos
específicos existentes no comércio;
❍espalhar talco nas escovas de borracha do limpa-pára-brisas e
do limpa-óculo posterior e deixá-las levantadas dos vidros;
❍abrir ligeiramente as janelas;
❍cobrir o veículo com uma capa de tecido ou de plástico perfu-
rado. Não utilizar capas de plástico compacto, que não per-
mitem a evaporação da humidade presente na superfície do
veículo;
❍encher os pneus com uma pressão de +0,5 bar em relação à
normalmente prescrita e controlá-la periodicamente;
❍se não desligar a bateria do sistema eléctrico, controlar o seu
estado de carga a cada trinta dias;
❍não esvaziar o sistema de refrigeração do motor.
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CONHECIMENTO
DO VEÍCULO
SEGURANÇA
ARRANQUE
E CONDUÇÃO
EM EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO
E CUIDADOS
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
ÍNDICE
O macaco serve unicamente para a substituição
das rodas no veículo em que é fornecido ou para
veículos do mesmo modelo. Nunca deve ser utili-
zado de outras formas, como por exemplo, para levantar
veículos de outros modelos. Em caso algum, utilizar o ma-
caco para reparações debaixo do veículo. O posiciona-
mento incorrecto do macaco pode provocar a queda do
veículo levantado. Não utilizar o macaco para capacida-
des superiores à indicada na etiqueta colada no mesmo.
Na roda sobresselente não se podem montar correntes de
neve, portanto, se furar um pneu anterior (roda motriz)
e for necessário utilizar as correntes, deve retirar-se do
eixo posterior uma roda normal e montar a roda sobres-
selente no seu lugar
. Deste modo, tendo duas rodas mo-
trizes normais anteriores, pode montar nestas as corren-
tes de neve.
Uma montagem incorrecta da tampa da roda po-
de provocar a respectiva separação quando o veí-
culo estiver em andamento. É absolutamente proi-
bido manusear a válvula de enchimento. Não introduzir
ferramentas de qualquer espécie entre a jante e o pneu.
Controlar regularmente a pressão dos pneus e da roda so-
bresselente “Características técnicas”).As características de condução do veículo, com a
roda sobresselente montada, sofrem modificações.
Evitar acelerações e travagens violentas, viragens
bruscas e curvas a grande velocidade. A duração global
da roda sobresselente é de cerca de 3000 km, após o que
o pneu deve ser substituído por um do mesmo tipo. Não
instalar em caso algum um pneu tradicional numa jante
destinada à utilização como roda sobresselente. Mandar
reparar e montar a roda substituída o mais rapidamente
possível. Não é permitido utilizar simultaneamente duas
ou mais rodas sobresselentes
. Não lubrificar as roscas dos
parafusos antes de os montar: poderão desapertar-se es-
pontaneamente.MACACO
É conveniente saber que:
❍o peso do macaco é de 1,76 kg;
❍o macaco não necessita de nenhuma regulação;
❍o macaco não pode ser reparado; em caso de avaria, deve
ser substituído por um original;
❍nenhum utensílio, para além das manivelas de accionamen-
to, deve ser montado no macaco.
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CONHECIMENTO
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SEGURANÇA
ARRANQUE
E CONDUÇÃO
EM EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO
E CUIDADOS
CARACTERÍSTICAS
TÉCNICAS
ÍNDICE
Não é possível reparar lesões nas partes laterais
do pneu. Não utilizar o kit se o pneu ficar danifi-
cado após marcha com a roda vazia.
Em caso de danos na jante da roda (deformação
do canal a ponto de provocar a perda de ar) não
é possível proceder à reparação. Evitar retirar cor-
pos estranhos (parafusos ou pregos) penetrados no pneu.
Não accionar o compressor por um tempo superior
a 20 minutos consecutivos. Perigo de sobreaque-
cimento. O kit não é seguro para uma reparação
definitiva, o que significa que os pneus reparados apenas
devem ser utilizados temporariamente.
Não eliminar a embalagem e o respectivo líquido ve-
dante no ambiente. Eliminar em conformidade com
o previsto pelas normas nacionais e locais.
A embalagem contém glicol etileno e látex: pode
provocar uma reacção alérgica. Perigoso se inge-
rido. Irritante para os olhos. Pode provocar uma
sensibilização por inalação e contacto. Evitar o contacto
com os olhos, com a pele e com o vestuário. Em caso de
contacto, lavar imediatamente com água abundante. Em
caso de ingestão, não provocar o vómito, lavar a boca e
beber muita água, consultar imediatamente um médico.
Manter fora do alcance das crianças. O produto não de-
ve ser util
izado por pessoas que sofram de asma. Não ina-
lar os vapores durante as operações de inserção e aspi-
ração. Caso se manifestem reacções alérgicas, consultar
imediatamente um médico. Conservar a embalagem no
respectivo vão, longe de fontes de calor. O líquido vedante
está sujeito a prazo de validade. Substituir a embalagem
contendo líquido com prazo de validade caducado.
❍um par de luvas protectoras que se encontram no vão lateral
do próprio compressor;
❍adaptadores, para o enchimento de elementos diversos.
AVISO O líquido vedante é eficaz para temperaturas externas com-
preendidas entre –20ºC e +50ºC. O líquido vedante está ainda
sujeito a prazo de validade.
Entregar o folheto ao pessoal que deverá ma-
nusear o pneu tratado com o Kit “Fix&Go Auto-
matic”.
Em caso de furo provocado por corpos estranhos,
é possível reparar pneus que tenham sofrido le-
sões até um diâmetro máximo igual a 4 mm no pi-
so e na parte posterior do pneu.
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