pneus FIAT STRADA 2013 Manual de Uso e Manutenção (in Portuguese)
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Quando o ABS
intervém, e se notam as
pulsações no pedal do travão,
não aliviar a pressão, mas
manter o pedal bem premido
sem receio; assim consegue-se
travar no menor espaço
possível, compativelmente com
as condições do piso da
estrada.
ATENÇÃO
Se o ABS intervier, é
sinal de que se está a
atingir o limite de aderência
entre os pneus e o piso da
estrada: é necessário abrandar
para adequar a marcha à
aderência disponível.
ATENÇÃO
O ABS explora da
melhor forma a
aderência disponível, mas não
é capaz de a aumentar; é
necessário, portanto, em todo
o caso, cautela nos pisos
escorregadios, sem correr riscos
injustificados.
ATENÇÃO
SINALIZAÇÕES
DE ANOMALIAS
Avaria do ABS
É indicada pelo acendimento da luz
avisadora >no quadro de
instrumentos (em algumas versões,
acompanhada da mensagem
visualizada no display) - (ver o
capítulo “Luzes avisadoras e
mensagens”).
Neste caso, o sistema de travagem
mantém a própria eficácia, mas sem
as potencialidades oferecidas pelo
sistema ABS. Proceder com
prudência até chegar à oficina mais
próxima da Rede de Assistência Fiat
para efectuar a verificação do
sistema. Avaria EBD
É indicada pelo acendimento das luzes
avisadoras >e xno quadro de
instrumentos (em algumas versões,
acompanhada da mensagem visualizada
no display) - (ver o capítulo “Luzes
avisadoras e mensagens”).
Neste caso, com travagens violentas,
pode ocorrer um bloqueio precoce
das rodas traseiras, com possibilidade
de guinada. Conduzir com extrema
prudência até chegar ao posto mais
próximo da Rede de Assistência Fiat
para efectuar a verificação do sistema.
Caso se acenda apenas
a luz avisadora
xno
quadro de instrumentos (em
algumas versões, em conjunto
com a mensagem visualizada
no display), parar
imediatamente o veículo e
contactar a Rede de
Assistência Fiat. A eventual
perda de fluido pelo sistema
hidráulico, de facto, prejudica
o funcionamento do sistema de
travagem, quer do tipo
convencional, quer com
sistema antibloqueio das rodas.
ATENÇÃO
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PNEUS DE NEVE
A Rede de Assistência Fiat tem o
prazer de fornecer conselhos sobre
a escolha do pneu mais adequado
para o uso ao qual o Cliente
tenciona destiná-lo.
Para o tipo de pneu de neve a
adoptar, para as pressões de
enchimento e as respectivas
características, respeitar
escrupulosamente as indicações em
“Rodas” no capítulo “Características
técnicas”.
As características de Inverno destes
pneus reduzem-se significativamente
quando a profundidade do piso é
inferior a 4 mm. Nestes casos,
devem ser substituídos.
As características específicas dos
pneus de neve, fazem com que, em
condições ambientais normais ou em
caso de grandes distâncias em auto-
estrada, tenham prestações
inferiores em relação aos pneus
normalmente fornecidos. Assim, é
necessário limitar a utilização das
prestações para as quais foram
homologados.AVISO Utilizando pneus de neve
com índice de velocidade máxima
inferior àquela alcançável pelo
veículo (aumentada em 5%), colocar
bem à vista no interior do habitáculo
uma sinalização de cautela que
indique a velocidade máxima
permitida pelos pneus de Inverno
(como previsto pela Directiva CE).
Montar nas quatro rodas pneus
iguais (marca e perfil) para garantir
maior segurança em andamento e na
travagem e uma boa
manobrabilidade.
Lembramos que é aconselhável não
inverter o sentido de rotação dos
pneus.
UTILIZAÇÃO DA CAIXA
DE VELOCIDADES
Para engatar as mudanças, carregar a
fundo no pedal da embraiagem e pôr
a alavanca das mudanças numa das
posições do esquema da
fig. 106 (o esquema está também
indicado no punho da alavanca).
AVISO A marcha-atrás apenas só
pode ser engatada com o veículo
totalmente parado. Com o motor
ligado, antes de engatar a marcha-
atrás, aguardar pelo menos 2
segundos com o pedal da
embraiagem premido a fundo, para
evitar danificar as engrenagens e
ruídos de arranhar.
A velocidade máxima
do pneu de neve com
indicação “Q” não deve
exceder os 160 km/h
respeitando as normas vigentes
do Código de Circulação da
Estrada.
ATENÇÃO
fig. 106
F0X0087m
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ECONOMIA DE
COMBUSTÍVEL
De seguida são indicadas algumas
sugestões úteis que permitem
poupar combustível e reduzir as
emissões nocivas de CO
2e outros
gases tóxicos (óxido de azoto,
hidrocarbonetos não queimados,
resíduos finos de PM, etc.).
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Elencamos de seguida as
considerações gerais que influenciam
o consumo de combustível.
Manutenção do veículo
Cuidar da manutenção do veículo
executando os controlos e as
afinações previstas no “Plano de
Manutenção Programada”.Pneus
Controlar periodicamente a pressão
dos pneus com um intervalo não
superior as 4 semanas: se a pressão
estiver muito baixa, os consumos
aumentam, porque a resistência ao
rolamento é maior.
Cargas inúteis
Não viajar com carga excessiva.
O peso do veículo (principalmente
no tráfego urbano), e o seu
alinhamento influenciam fortemente
os consumos e a estabilidade.
Porta-bagagens/porta-esquis
Retirar o porta-bagagens ou o porta-
skis do tejadilho depois de utilizados.
Estes acessórios diminuem a
penetração aerodinâmica do veículo,
influenciando negativamente os
consumos. Em caso de transporte de
objectos particularmente volumosos,
utilizar de preferência um reboque.Utilizadores eléctricos
Utilizar os dispositivos eléctricos
apenas durante o tempo necessário.
Os faróis suplementares, os limpa
pára-brisas, a ventoinha do sistema
de aquecimento absorvem uma
notável quantidade de corrente,
provocando, assim, um aumento do
consumo de combustível (até a
+25% no ciclo urbano).
Climatizador
O uso do climatizador leva a
consumos mais elevados (até +20%,
em média): quando a temperatura
externa o permitir, utilizar de
preferência apenas a ventilação.
Apêndices aerodinâmicos
O uso de apêndices aerodinâmicos,
não certificados para tal fim, pode
prejudicar a aerodinâmica e os
consumos.
ESTILO DE CONDUÇÃO
Indicamos de seguida os principais
estilos de condução que influenciam
o consumo de combustível.
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REBOQUE DE
ATRELADOS
ADVERTENCIAS
Para o reboque de atrelados, o
veículo deve ter um gancho de
reboque homologado e um sistema
eléctrico adequado.
Montar eventualmente espelhos
retrovisores específicos e/ou
suplementares, no respeito das
vigentes normas do Código de
Circulação da Estrada. Lembre-se
que o reboque de um atrelado reduz
a possibilidade de ultrapassar as
inclinações máximas, aumenta os
espaços de travagem e os tempos
para uma ultrapassagem sempre em
relação ao peso total do mesmo.
Nos percursos em descida, engate
uma mudança baixa, em vez de usar
constantemente o travão. O peso
que o atrelado exerce no gancho de
reboque do veículo, reduz em iguais
valores a capacidade de carga do
próprio veículo. Por uma questão de
segurança e para não se ultrapassar
o peso máximo rebocável, é
necessário ter em conta o peso do
reboque em plena carga, incluindo
os acessórios e as bagagens pessoais.Respeitar os limites de velocidade
específicos de cada país, para os
veículos com atrelados. Em todo o
caso, a velocidade máxima não deve
ultrapassar os 80 km/h.
O sistema ABS não
controla o sistema de
travagem do reboque. Assim, é
necessário ter um cuidado
especial em superfícies
escorregadias.
ATENÇÃO
Não modificar o
sistema de travagem do
veículo para o comando do
travão do reboque. O sistema
de travagem do atrelado deve
ser completamente
independente do sistema
hidráulico do veículo.
ATENÇÃO
CORRENTES DE NEVE
A utilização das correntes está
subordinada às normas vigentes em
cada país.
As correntes devem ser aplicadas
unicamente nos pneus das rodas
motrizes (rodas anteriores).
Utilizar correias de neve de
dimensão reduzida tipo “aranha”.
Com as
correntes
montadas,
manter uma velocidade
moderada; não exceder os
50 km/h. Evitar os buracos, não
subir degraus ou passeios e não
percorrer longos troços em
estradas sem neve, para não
danificar o veículo e o asfalto.
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INACTIVIDADE
PROLONGADA
DO VEÍCULO
Se o veículo tiver de ficar parado
durante mais de um mês, observar
as precauções seguintes:
– Colocar o veículo num local
coberto, seco e ventilado, se
possível.
– Engate uma mudança.
– Certificar-se de que o travão de
mão não está engatado.
– Desligar o terminal negativo do
pólo da bateria e verificar o
estado de carga (consultar
“Bateria” no capítulo
“Manutenção do veículo”);
– Limpar e proteger as partes
pintadas aplicando ceras
protectoras.– Limpar e proteger as partes
metálicas brilhantes com produtos
específicos disponíveis no
comércio.
– Espalhar pó de talco nas escovas
de borracha do limpa-pára-brisas
e deixá-las levantadas do vidro.
– Abrir ligeiramente as janelas.
– Cobrir o veículo com uma tela de
tecido ou de plástico perfurado.
Não utilizar coberturas em
plástico compacto, que não
permitem a evaporação da
humidade presente na superfície
do veículo.– Encher os pneus com uma pressão
de +0,5 bar em relação à
normalmente prescrita e controlá-
la periodicamente.
– Não esvaziar o sistema de
refrigeração do motor.
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10) Montar o tampão da roda (se
previsto) de modo que o furo
maior A-fig. 117 fique
posicionado no parafuso que já
fixa a roda.
11) Inserir os restantes 3 parafusos.
12) Apertar os parafusos, utilizando
a respectiva chave.
13) Rodar a manivela do macaco de
modo a baixar o veículo e
extrair o macaco.14) Apertar a fundo os parafusos,
passando alternadamente de um
parafuso para o diametralmente
oposto, segundo a ordem
ilustrada na fig. 118.
15) Desapertar completamente o
macaco e separá-lo da alavanca
de accionamento.
16) Voltar a colocar a manivela na
respectiva sede.
17) Voltar a colocar a roda furada
no vão para roda sobresselente
e fixá-la com o respectivo aro.
fig. 117
F0X0098m
fig. 118
F0X0099m
18) Colocar o macaco e as
ferramentas nos respectivos
alojamentos fixando tudo com
os sistemas de retenção.
AVISO Logo que possível: mandar
reparar a roda furada e remontá-la
no veículo evitando, assim, viajar
com a roda sobresselente.
AVISO Periodicamente, verificar a
pressão dos pneus e da roda
sobresselente.
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MANUTENÇÃO DO VEÍCULO
MANUTENÇÃO
PROGRAMADA
Uma correcta manutenção é
determinante para garantir ao
veículo uma longa duração em
condições excelentes.
Por isso, a Fiat preparou uma série
de controlos e intervenções de
manutenção a cada 35.000
quilómetros.
Contudo, a manutenção programada
não esgota totalmente todas as
exigências do veículo: mesmo no
período inicial antes da revisão dos
35.000 quilómetros e em seguida,
entre uma revisão e outra, são
sempre necessários os cuidados
habituais, como por exemplo, o
controlo sistemático com eventual
restabelecimento do nível dos
líquidos, da pressão dos pneus, etc...AVISO Os cupões de Manutenção
Programada são prescritos pelo
Construtor.
A não execução dos mesmos pode
comportar a perda de validade da
garantia.
O serviço de Manutenção
Programada é prestado por toda a
Rede de Assistência Fiat, em termos
pré-estabelecidos.Se durante a execução de cada
intervenção, além das operações
previstas, se apresentar a
necessidade de mais substituições
ou reparações, as mesmas poderão
ser executadas somente com a
autorização explícita do Cliente.
AVISO Aconselha-se a sinalizar
imediatamente à Rede de Assistência
Fiat eventuais pequenas anomalias
de funcionamento, sem esperar pela
execução do próximo cupão.
Se o veículo for usado
frequentemente para rebocar
atrelados, é necessário reduzir o
intervalo entre uma manutenção
programada e outra.
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PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA
Os cupões devem ser efectuados a cada 35.000 km
Milhares de quilómetros
Meses
Controlo do estado de carga da bateria e eventual recarga
Verificação das condições/desgaste dos pneus e eventual regulação da
pressão
Controlo de funcionamento do sistema de iluminação (faróis, indicadores
de direcção, emergência, habitáculo, vão porta-luvas, luzes avisadoras
do quadro de instrumentos, etc.)
Controlo do funcionamento do sistema limpa-lava-vidros e eventual
regulação dos borrifadores
Controlo do posicionamento/desgaste das escovas do limpa pára-brisas
Controlo do estado de limpeza dos fechos do capot motor e da mala, limpeza
e lubrificação das alavancas
Verificação visual das condições e integridade de: exterior da carroçaria,
protecção inferior da carroçaria, troços rígidos e flexíveis das tubagens (escape,
alimentação de combustível, travões), elementos de borracha (foles, tubos,
casquilhos, etc...)
Verificação das condições e desgaste das placas dos travões de disco anteriores
e funcionamento do sinalizador de desgaste das mesmas
Verificação das condições e desgaste das guarnições dos travões de tambor traseiros
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VERIFICAÇÕES
PERIÓDICAS
A cada 1.000 km ou antes de longas
viagens, controlar e eventualmente
restabelecer:
– o nível do líquido de refrigeração
do motor;
– o nível do líquido dos travões;
– o nível do líquido lava-vidros;
– pressão e condição dos pneus;
– funcionamento do sistema de
iluminação (faróis, indicadores de
direcção, emergência, etc.);
– funcionamento do sistema
limpa/lava-vidro e
posicionamento/desgaste escovas
limpa-vidro;
A cada 3.000 km controlar e
eventualmente restabelecer: o nível
de óleo do motor.
Aconselha-se o uso dos produtos da
PETRONAS LUBRICANTS,
estudados e realizados
expressamente para os veículos Fiat
(ver a tabela “Abastecimentos” no
capítulo “Características técnicas”).
UTILIZAÇÃO GRAVOSA
DO VEÍCULO
Caso o veículo seja utilizado
predominantemente numa das
seguintes condições:
– reboque de atrelado ou caravana;
– estradas poeirentas;
– trajectos curtos (menos de 7-8
km) e repetidos, e com
temperatura exterior abaixo de
zero;
– motor que gira frequentemente
ao ralenti ou longos percursos a
baixa velocidade ou em caso de
longa inactividade;
é necessário efectuar os seguintes
controlos mais frequentemente que
o indicado no Plano de Manutenção
Programada:
– controlo do estado e desgaste das
pastilhas dos travões de disco
dianteiros;
– controlo do estado de limpeza
dos fechos do capot e da tampada mala, limpeza e lubrificação das
alavancas;
– controlo visual das condições:
motor, caixa de velocidades,
transmissão, troços rígidos e
flexíveis das tubagens
(descarga/alimentação
combustível/travões) elementos
de borracha
(foles/tubos/casquilhos, etc.);
– controlo do estado de carga e
nível do líquido da bateria
(electrólito);
– controlo visual das condições das
correias de comandos dos
acessórios;
– controlo e eventual substituição
do óleo do motor e do filtro de
óleo;
– controlo e eventual substituição
do filtro antipólen;
– controlo e eventual substituição
do filtro do ar.
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ABC
fig. 160
F0X0144m
RODAS E PNEUS
PRESSÃO DOS PNEUS
Controlar a pressão de cada pneu
incluída a roda sobresselente, a cada
duas semanas e antes de viagens
longas: este controlo deve ser
realizado com o pneu repousado e
frio.
Utilizando o veículo, é normal que a
pressão aumente; para o correcto
valor relativo à pressão de
enchimento do pneu, consultar
“Rodas” no capítulo “Características
técnicas”.Uma pressão errada provoca um
consumo anómalo dos pneus
fig. 160:
A - Pressão normal: faixa de
rolamento gasta de modo
uniforme.
B - Pressão insuficiente: faixa de
rolamento particularmente gasta
nos bordos.
C - Pressão excessiva: faixa de
rodagem particularmente gasta
no centro.Lembrar-se de que a
aderência ao piso da
estrada depende da correcta
pressão de enchimento dos
pneus.
ATENÇÃO
Uma pressão
demasiado baixa
provoca o sobreaquecimento do
pneu com possibilidade de graves
danos no mesmo pneu.
ATENÇÃO
Os pneus são substituídos quando a
espessura da faixa de rolamento do
pneu ficar reduzida para 1,6 mm. Em
todo o caso, respeitar as normas
vigentes no país onde se circula.
AVISOS
Evitar, se possível, as travagens
bruscas, e os arranque com as rodas
a patinar, etc.
Evitar, em especial, colisões violentas
contra os passeios, buracos na
estrada ou obstáculos de vária
natureza. A condução prolongada
em estradas irregulares pode
danificar os pneus.
Controlar periodicamente se os
pneus apresentam cortes nos lados,
bolhas ou desgaste irregular da faixa
de rolamento. Neste caso, dirigir-se
à Rede de Assistência Fiat.
Evitar viajar em condições de
sobrecarga: podem causar-se sérios
danos nas rodas e pneus.
Se se furar um pneu, parar
imediatamente e substituí-lo, para
não danificar o próprio pneu, a jante,
as suspensões e a direcção.
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