ABS Abarth 500 2017 Manual de Uso e Manutenção (in Portuguese)
[x] Cancel search | Manufacturer: ABARTH, Model Year: 2017, Model line: 500, Model: Abarth 500 2017Pages: 204, PDF Size: 6.49 MB
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CONHECIMENTO DO QUADRO DE
INSTRUMENTOS
Esta secção do manual fornece-lhe
todas as informações úteis para
conhecer, interpretar e utilizar
corretamente o quadro de
instrumentos.QUADRO E INSTRUMENTOS DE
BORDO........................................... 40
OPÇÕES DO MENU ....................... 42
TRIP COMPUTER ........................... 44
LUZES AVISADORAS E
MENSAGENS ................................. 46
-CINTOS DE SEGURANÇA NÃO
APERTADOS ...................................... 46
-AVARIA EBD ...................................... 47
-AVARIA DO AIRBAG........................... 47
-LÍQUIDO DOS TRAVÕES
INSUFICIENTE / TRAVÃO DE MÃO
ENGATADO ......................................... 48
-AVARIA DA DIRECÇÃO ASSISTIDA
ELÉCTRICA "DUALDRIVE" .................. 49
-DESGASTE DAS PLACAS DOS
TRAVÕES ............................................ 49
-SISTEMA ESC.................................... 50
-AVARIA NO SISTEMA EOBD /
INJECÇÃO .......................................... 51
-LUZ DE NEVOEIRO TRASEIRA .......... 51
-AVARIA DO ABS ................................ 51
-SISTEMA iTPMS ................................ 52
-LUZES DE PRESENÇA E DOS
MÉDIOS/FOLLOW ME HOME ............. 52
-LUZES DE NEVOEIRO ....................... 53
-INDICADOR DE DIREÇÃO
ESQUERDO ........................................ 53
-INDICADOR DE DIREÇÃO DIREITO ... 53
-LUZES DE MÁXIMOS ......................... 53
-PORTAS / CAPOT DO MOTOR /
BAGAGEIRA ABERTOS....................... 54
- CARGA INSUFICIENTE DA BATERIA
............................................................ 54-PRESSÃO DO ÓLEO DO MOTOR
INSUFICIENTE / ÓLEO DO MOTOR
DEGRADADO ...................................... 54
-TEMPERATURA EXCESSIVA DO
LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO DO
MOTOR ............................................... 55
- AVARIA DA CAIXA SEQUENCIAL
ROBOTIZADA...................................... 55
-VELOCIDADE LIMITE
ULTRAPASSADA ................................ 56
- POSSÍVEL PRESENÇA DE GELO
NA ESTRADA ...................................... 56
-AVARIA DOS SENSORES DE
ESTACIONAMENTO ............................ 56
-SERVICE (MANUTENÇÃO
PROGRAMADA) EXPIRADO ................ 56
-SISTEMA ASR.................................... 56
-AVARIA DO HILL HOLDER ................. 57
-SISTEMA DE BLOQUEIO DO
COMBUSTÍVEL ................................... 57
-AVARIA NO SISTEMA DE CORTE DO
COMBUSTÍVEL ................................... 57
-AVARIA DAS LUZES EXTERNAS ........ 57
-AVARIA DAS LUZES DE STOP ........... 58
-AVARIA DO SISTEMA FIAT CODE ...... 58
- RESERVA DE COMBUSTÍVEL -
AUTONOMIA LIMITADA....................... 58
-SINALIZAÇÃO DE AVARIA DO
SENSOR DE PRESSÃO DO ÓLEO DO
MOTOR ............................................... 58
-MUDANÇA DO ÓLEO ........................ 58
-PRESSÃO DO PEDAL DA
EMBRAIAGEM PARA ARRANQUE ...... 58
-AVARIA DO SENSOR DO NÍVEL DE
COMBUSTÍVEL ................................... 59
39
-CORRETOR DE FOCAGEM DOS
FARÓIS ............................................... 60
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Luz avisadora O que significa
AVARIA NO SISTEMA EOBD / INJECÇÃO
Em condições normais, ao rodar a chave de arranque para a posição MAR, a luz avisadora acende, mas
deve apagar-se imediatamente assim que o motor é ligado.
Se a luz avisadora permanecer acesa ou se acender durante a marcha, em algumas versões juntamente
com uma mensagem específica visualizada pelo display, significa que o sistema de injeção não funciona
corretamente; em particular, a luz avisadora acesa de modo fixo assinala uma avaria no sistema de
alimentação/ignição que poderá provocar elevadas emissões no escape, possível perda de prestações,
má condução e consumos elevados.
Nestas condições, é possível continuar a conduzir, evitando no entanto submeter o motor a esforços
severos ou conduzir a velocidade elevada. A utilização prolongada do veículo com a luz avisadora acesa
de forma fixa pode provocar danos: dirija-se o mais rapidamente possível à Rede de Assistência Abarth.
A luz avisadora que se acende de forma intermitente assinala a possibilidade de danos no catalisador.
Em caso de luz avisadora acesa no modo intermitente, é necessário largar o pedal do acelerador,
colocando-se a baixos regimes, até a luz avisadora interromper a sua intermitência; prosseguir a marcha
com uma velocidade moderada, procurando evitar condições de condução que possam provocar mais
intermitências e dirigir-se logo que possível à Rede de Assistência Abarth.
38)
LUZ DE NEVOEIRO TRASEIRA
A luz avisadora acende-se ao ligar a luz de nevoeiro traseira.
AVARIA DO ABS
Ao rodar a chave para a posição MAR, acende-se a luz avisadora, mas deve apagar-se após alguns
segundos.
A luz avisadora acende-se, em algumas versões, juntamente com uma mensagem dedicada apresentada
no display, quando o sistema está ineficiente. Neste caso, o sistema de travagem mantém a sua eficácia
inalterada, mas sem as potencialidades oferecidas pelo sistema ABS.
Proceder com prudência e dirigir-se o mais rapidamente possível à Rede de Assistência Abarth.
51
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SISTEMAS DE
SEGURANÇA ATIVA
No veículo estão presentes os
seguintes dispositivos de segurança
ativa:
ABS (Anti-lock Braking System);
EBD (Electronic Brakingforce
Distribution);
DTC (Drag Torque Control);
ESC (Electronic Stability Control);
HH (Hill Holder);
ASR (AntiSlip Regulation);
PBA (Panic Brake Assist);
TTC (Torque Transfert Control)
Para o funcionamento dos sistemas,
consultar as páginas descritas de
seguida.
SISTEMA ABS (Anti-lock
Braking System)
É um sistema, parte integrante do
sistema de travagem, que evita, com
quaisquer condições do piso da
estrada e de intensidade da ação de
travagem, o bloqueio e a consequente
patinagem de uma ou mais rodas,
garantindo, deste modo, o controlo do
veículo mesmo nas travagens de
emergência, otimizando os espaços de
travagem.O sistema intervém na travagem,
quando as rodas estão próximas do
bloqueio, tipicamente em condições de
travagens de emergência ou em
condições de baixa aderência, onde os
bloqueios podem ser mais frequentes.
O sistema aumenta também a
controlabilidade e estabilidade do
veículo se a travagem se verificar numa
superfície com aderência diferenciada
entre as rodas do lado direito e do lado
esquerdo ou nas curvas.
Completa o sistema, o sistema EBD
(Electronic Braking force Distribution),
que permite repartir a ação de
travagem entre as rodas dianteiras e
traseiras.
Intervenção do sistema
A intervenção do ABS é detetável
através de uma ligeira pulsação do
pedal do travão, acompanhada de
ruído: este é um comportamento
perfeitamente normal do sistema em
fase de intervenção.
39) 40) 41) 42) 43) 44) 45) 46) 47)
SISTEMA DTC (Drag
Torque Control)
O Sistema previne o possível bloqueio
das rodas motrizes que se verifica
no caso, por exemplo, de libertação
imprevista do pedal do acelerador ou
de brusca redução de velocidade
efetuadas em condições de baixa
aderência. Nestas condições, o efeito
de travagem do motor pode provocar a
patinagem das rodas motrizes e a
consequente perda de estabilidade do
veículo. Nestas situações, o sistema
DTC intervém dando novamente binário
ao motor, a fim de conservar a
estabilidade e aumentar a segurança
do veículo.
SISTEMA ESC
(Electronic Stability
Control)
O sistema ESC melhora o controlo
direcional e a estabilidade do veículo
sob diversas condições de condução.
O sistema ESC corrige a subviragem
e a sobreviragem do veículo, repartindo
a travagem nas rodas de modo
apropriado. Além disso, também o
binário distribuído pelo motor pode ser
reduzido de modo a manter o controlo
do veículo. O sistema ESC utiliza os
sensores instalados no veículo
parainterpretar a trajetória que o
condutor pretende seguir e compara-a
62
SEGURANÇA
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Ativação/desativação manual
O ASR é ativado automaticamente a
cada arranque do motor. Em
andamento é possível desativar e
reativar o ASR premindo o botão 1 fig.
49 (TTC). A desativação do sistema
é indicada pelo acendimento do LED
no próprio botão e, em algumas
versões, pela exibição de uma
mensagem no display. A seguir a uma
desativação do ASR durante a marcha,
este é automaticamente reativado no
próximo arranque do veículo.
Ao viajar em pisos com neve, com as
correntes da neve montadas, pode ser
útil desativar o ASR: nestas condições,
a derrapagem das rodas motrizes em
fase de arranque permite obter uma
maior tração.
56) 57) 58) 59) 60) 61)
SISTEMA PBA (Panic
Brake Assist)
O sistema PBA foi concebido para
otimizar a capacidade de travagem do
veículo durante uma travagem de
emergência.
O sistema reconhece a travagem de
emergência monitorizando a velocidade
e a força com que é premido o pedal
do travão e, consequentemente, aplica
a pressão ideal aos travões. Isto podeajudar a reduzir os espaços de
travagem: o sistema PBA completa,
portanto, o sistema ABS.
A máxima assistência do sistema PBA
obtém-se premindo muito rapidamente
o pedal do travão; além disso, para
usufruir dos benefícios do sistema, é
necessário premir continuamente o
pedal durante a travagem, evitando
premi-lo de modo intermitente.
Não reduzir a pressão no pedal do
travão até a travagem deixar de ser
necessária.
O sistema PBA desativa-se quando se
solta o pedal do travão.
62) 63) 64) 65)
SISTEMA TTC (Torque
Transfert Control)
Faz parte integrante do sistema ESC. É
um sistema que melhora a
transferência do binário motor às rodas,
garantindo assim uma condução
segura e mais desportiva,
nomeadamente na entrada em curva,
decididamente mais rápida por conter a
subviragem.
Ativação do sistema
O sistema ativa-se premindo a tecla no
tablier 1 fig. 49. A ativação é assinalada
pelo acendimento do LED na tecla
TTC.
AVISO
39)Quando o ABS intervier, e se sentirem
as pulsações do pedal do travão, não
aliviar a pressão, mas manter o pedal
totalmente premido sem receio. Desta
forma, obtém-se um espaço de travagem
ideal, compativelmente com as condições
do piso da estrada.
40)Para ter a máxima eficiência do
sistema de travagem, é necessário um
período de assentamento de aprox. 500
km: durante este período, é aconselhável
não efetuar travagens demasiado bruscas,
repetidas e prolongadas.
41)Se o ABS intervier, é sinal que se está
a atingir o limite de aderência entre os
pneus e o piso da estrada: é necessário
reduzir a velocidade para adaptar a marcha
à aderência disponível.
42)O sistema ABS não pode contrariar as
leis naturais da física e não pode aumentar
a aderência obtenível das condições da
estrada.
1
1
49AB0A0226C
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SEGURANÇA
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43)O sistema ABS não pode evitar
acidentes, incluindo os devidos a
velocidade excessiva em curva, condução
em superfícies de baixa aderência ou
aquaplaning.
44)As capacidades do sistema ABS
nunca devem ser testadas de forma
irresponsável e perigosa que possa
comprometer a própria segurançaeados
outros.
45)Para o correto funcionamento do
sistema ABS é indispensável que os pneus
sejam da mesma marca e do mesmo tipo
em todas as rodas, em perfeitas condições
e principalmente do tipo e dimensões
prescritas.
46)Durante a eventual utilização da roda
sobresselente (se presente), o sistema
ABS continua a funcionar. Em todo o caso,
ter em conta que a roda sobresselente,
tendo dimensões inferiores ao pneu normal
apresenta uma aderência menor em
relação aos outros pneus.
47)O ABS aproveita da melhor forma a
aderência disponível, mas não é capaz de
a aumentar; é necessário ter sempre
cuidado em pisos escorregadios, sem
correr riscos injustificados.
48)Para o correto funcionamento do
sistema ESC, é indispensável que
os pneus sejam da mesma marca e do
mesmo tipo em todas as rodas, em
perfeitas condições e principalmente do
tipo e das dimensões prescritas.49)Durante a eventual utilização da roda
sobresselente, o sistema ESC continua
a funcionar. Ter em conta que a roda
sobresselente, tendo dimensões inferiores
ao pneu normal, apresenta uma aderência
menor em relação aos outros pneus.
50)As prestações do sistema ESC não
devem levar o condutor a correr riscos
inúteis e injustificados. O tipo de condução
deve ser sempre adequado às condições
da superfície da estrada, à visibilidade e ao
trânsito. A responsabilidade pela
segurança na estrada pertence sempre ao
condutor.
51)O sistema ESC não pode modificar as
leis naturais da física e não pode aumentar
a aderência dependente das condições
da estrada.
52)O sistema ESC não pode evitar
acidentes, incluindo os devidos a
velocidade excessiva em curva e
condução em superfícies de baixa
aderência ou aquaplaning.
53)As capacidades do sistema ESC nunca
devem ser testadas de forma irresponsável
e perigosa que possa comprometer a
própria segurançaeadeterceiros.
54)O sistema HH não é um travão de
estacionamento, portanto não abandonar
o veículo sem ter acionado o travão de
mão, desligado o motor e engatado a
primeira velocidade pondo o veículo em
paragem em condições de segurança.55)Podem existir situações em pequenas
inclinações (inferiores a 8%), em condições
de veículo carregado ou com reboque
engatado (se presente), em que o sistema
HH pode não se ativar, provocando um
ligeiro recuo e aumentando o risco de uma
colisão com um outro veículo ou objeto.
A responsabilidade pela a segurança
na estrada pertence sempre ao condutor.
56)Para o correto funcionamento do
sistema ABS, é indispensável que
os pneus sejam da mesma marca e do
mesmo tipo em todas as rodas, em
perfeitas condições e principalmente do
tipo e das dimensões prescritas.
57)Durante a eventual utilização da roda
sobresselente (se presente), o sistema
ASR continua a funcionar. Em todo o caso,
ter em conta que a roda sobresselente,
tendo dimensões inferiores ao pneu normal
apresenta uma aderência menor em
relação aos outros pneus.
58)O sistema ASR não pode contrariar as
leis naturais da física e não pode aumentar
a aderência obtenível das condições da
estrada.
59)O sistema ASR não pode evitar
acidentes, incluindo os devidos a
velocidade excessiva em curva, condução
em superfícies de baixa aderência ou
aquaplaning.
60)As capacidades do sistema ASR nunca
devem ser testadas de forma irresponsável
e perigosa que possa comprometer a
própria segurançaeadeterceiros.
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mínimo o risco de lesões em caso de
acidente, travagem ou manobra
repentina.
As crianças devem sentar-se de forma
segura e confortável. De acordo com
as caraterísticas das cadeirinhas
utilizadas, é recomendável manter o
mais tempo possível (pelo menos até
3-4 anos de idade) as crianças em
cadeirinhas viradas no sentido contrário
ao de andamento, já que esta é a
posição mais protetora em caso de
colisão.
A escolha do dispositivo de retenção
para crianças mais adequado a utilizar
é feita com base no peso e nas
dimensões da criança. Existem
diferentes tipos de sistemas de
retenção para crianças, que podem ser
fixados ao veículo através dos cintos
de segurança, ou através das
ancoragens ISOFIX.
É recomendável escolher sempre o
sistema de retenção mais adequado à
criança; para isso, convida-se a
consultar sempre o Manual de Uso e
Manutenção fornecido com a
cadeirinha para garantir que é do tipo
adequado à criança a que se destina.
Na Europa as características dos
sistemas de retenção das crianças são
regulamentadas pela norma ECE-R44,
que os divide em cinco grupos de
peso:Grupo Faixas de peso
Grupo 0 até 10 kg de peso
Grupo 0+ até 13 kg de peso
Grupo 1 9-18 kg de peso
Grupo 2 15-25 kg de peso
Grupo 3 22 - 36 kg de peso
Todos os dispositivos de retenção
devem indicar os dados de
homologação, junto com a marca de
controlo, numa etiqueta fixada
firmemente na cadeirinha, a qual não
deve ser absolutamente removida.
Na Lineaccessori Abarth, estão
disponíveis cadeirinhas para crianças
adequadas a cada grupo de peso.
Recomenda-se esta seleção, uma vez
que foram concebidos e
experimentados especificamente para
os veículos Abarth.
INSTALAÇÃO DA
CADEIRINHA PARA
CRIANÇAS COM CINTOS
DE SEGURANÇA
82) 83) 84) 85)
As cadeirinhas Universais que se
instalam apenas com cintos de
segurança são homologadas com base
na norma ECE R44 e subdividem-se
em diferentes grupos de peso.ADVERTÊNCIA As ilustrações são
apenas indicativas para a montagem.
Montar a cadeirinha para crianças
de acordo com as instruções
obrigatoriamente fornecidas com a
mesma.
ADVERTÊNCIA A seguir a um acidente
na estrada de uma certa gravidade, é
recomendável substituir quer a
cadeirinha quer o cinto de segurança
ao qual estava presa.
GRUPO0e0+
As crianças até 13 kg devem ser
transportadas viradas para trás numa
cadeirinha do tipo ilustrado na fig.
57 que, suportando a cabeça, não
força o pescoço em caso de
desacelerações bruscas.
A cadeirinha é fixada pelos cintos de
segurança do veículo, como indicado
em fig. 57 e deve, por sua vez, segurar
a criança com os seus cintos
incorporados.
GRUPO 1
Dos 9 aos 18 kg de peso, as crianças
podem ser transportadas viradas
para a frente fig. 58.
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caso de colisão frontal garantem o
correcto posicionamento do ocupante.
Airbag frontal do lado do condutor
93)
É constituído por uma almofada de
enchimento instantâneo contida num
vão específico situado no centro do
volante fig. 64.
Airbag frontal do lado do
passageiro
É constituído por uma almofada com
enchimento instantâneo contida num
adequado compartimento situado
no tablier porta-instrumentos e fig. 65
com almofada de maior volume em
relação à do lado do condutor.Airbag frontal do lado do
passageiro e cadeirinhas para
crianças
94)
As cadeirinhas que se montam no
sentido contrário ao da marcha NUNCA
devem ser montadas no banco
dianteiro na presença de airbag do lado
do passageiro ativo, uma vez que a
ativação do airbag, em caso de colisão,
poderia causar lesões mortais na
criança transportada.
SeguirSEMPREas indicações da
etiqueta situada na pala guarda-sol do
lado do passageiro (fig. 66 e fig. 67).DESATIVAÇÃO DOS AIRBAGS DO
LADO DO PASSAGEIRO AIR BAG
FRONTAL E AIR BAG LATERAL
ANTERIOR (SIDE BAG)
95) 96)
Caso seja absolutamente necessário
transportar uma criança numa
cadeirinha virada no sentido oposto ao
sentido de marcha no banco anterior,
é necessário desactivar o air bag frontal
do lado do passageiro e o air bag
lateral anterior (Side Bag).
64AB0A0289C
65AB0A0071C66AB0A0307C
67AB0A0308C
82
SEGURANÇA
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ARRANQUE DO
MOTOR
O veículo está equipado com um
dispositivo electrónico de bloqueio do
motor: em caso de falha no arranque,
ver quanto descrito no parágrafo “O
sistema Fiat CODE” no capítulo
“Conhecimento do veículo”.
PROCEDIMENTO
Proceder do seguinte modo:
accionar o travão de mão e
posicionar a alavanca da caixa em
ponto-morto;
carregar a fundo no pedal da
embraiagem, sem carregar no
acelerador;
rodar a chave de ignição para a
posição AVV e largá-la assim que
o motor ligar.
Se o motor não ligar na primeira
tentativa, é necessário repor a chave na
posição STOP antes de repetir a
manobra de arranque.Se, com a chave na posição MAR, o
símbolo
no display permanecer
aceso juntamente com a luz avisadora
no painel de instrumentos, voltar
a colocar a chave na posição STOP
e depois de novo em MAR. Se a luz
avisadora permanecer acesa, voltar a
tentar com as outras chaves
fornecidas.
Se, mesmo assim, não for possível
accionar o motor, contactar a Rede de
Assistência Abarth.
15) 16)
110) 111)
AQUECIMENTO DO
MOTOR LOGO APÓS O
ARRANQUE
Proceder do seguinte modo:
colocar lentamente o veículo em
movimento, fazendo o motor rodar com
regime médio, sem acelerações
bruscas;
evitar exigir durante os primeiros
quilómetros o máximo das prestações.
É recomendável aguardar até que o
indicador do termómetro do líquido de
arrefecimento do motor comece a
mover-se.
17)
DESATIVAÇÃO DO
MOTOR
Com o motor ao ralenti, rodar a chave
de arranque para a posição de STOP.
ATENÇÃO Depois de um percurso
cansativo, é aconselhável deixar “tomar
fôlego” ao motor antes de o desligar,
fazendo-o rodar ao ralenti, para permitir
que a temperatura no interior do vão
motor diminua.
18)
AVISO
15)No primeiro período de utilização,
aconselha-se a não solicitar ao veículo as
máximas prestações (por exemplo,
excessivas acelerações, percursos muito
prolongados aos regimes máximos,
travagens excessivamente intensas, etc.).
16)Com o motor desligado não deixar
a chave de ignição na posição MAR para
evitar que uma inútil absorção de corrente
descarregue a bateria.
17)Evitar absolutamente o arranque por
empurrão, por reboque ou tirando partido
das descidas. Estas manobras podem
provocar o afluxo de combustível no
catalisador e danificá-lo irremediavelmente.
18)A "aceleradela" antes de desligar o
motor não serve de nada, provoca um
consumo inútil de combustível e,
especialmente para os motores com
turbocompressor, é prejudicial.
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Desapertar o tampão 2 utilizando a
chave de ignição. O fecho hermético
pode determinar um ligeiro aumento da
pressão no depósito. Um eventual
ruído de respiro enquanto se desaperta
o tampão é normal. Durante o
abastecimento, engatar o tampão no
dispositivo existente no interior da
tampa, como ilustrado na fig. 80.
116)
AVISO
116)Não se aproximar do bocal do
depósito com chamas livres ou cigarros
acesos: perigo de incêndio. Evitar também
aproximar demasiado o rosto do bocal
para não inalar vapores nocivos.
REBOQUE DE
ATRELADOS
AVISOS
Para o reboque de rulotes ou atrelados,
o veículo deve ter um gancho de
reboque homologado e um sistema
eléctrico adequado. A instalação deve
ser efectuada por pessoal
especializado, que fornece a
documentação adequada para a
circulação na estrada.
Montar eventualmente espelhos
retrovisores específicos e/ou
suplementares, no respeito das
vigentes normas do Código de
Circulação da Estrada.
Recordar que o reboque de um
atrelado reduz a possibilidade de
ultrapassar as pendências máximas,
aumenta os espaços de paragem e os
tempos para uma ultrapassagem
sempre em relação ao peso total do
mesmo.
Nos percursos em descida, engate
uma mudança baixa, em vez de usar
constantemente o travão.O peso que o reboque exerce no
gancho de reboque do veículo, reduz
em iguais valores a capacidade de
carga do próprio veículo. Por uma
questão de segurança e para não se
ultrapassar o peso máximo rebocável
(indicado no Documento Único
Automóvel), é necessário ter em conta
o peso do reboque em plena carga,
incluindo os acessórios e as bagagens
pessoais.
Respeitar os limites de velocidade
específicos de cada país para os
veículos com reboque.
Em todo o caso, a velocidade máxima
não deve ultrapassar os 100 km/h.
117) 118)
AVISO
117)O sistema ABS com que o veículo
pode ser equipado não controla o sistema
de travagem do reboque. É necessário,
portanto, ter um cuidado especial nos
pisos escorregadios.
118)Nunca modificar o sistema de
travagem do veículo para comandar o
travão do reboque. O sistema de travagem
do reboque deve ser completamente
independente do sistema hidráulico do
veículo.
1
2
80AB0A0058C
98
ARRANQUE E CONDUÇÃO
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ligar com um segundo cabo o
terminal negativo – da bateria auxiliar
com um ponto de massa
no motor
ou na caixa de velocidades do veículo a
ligar;
pôr o motor a trabalhar;
quando o motor estiver ligado,
retirar os cabos, seguindo a ordem
inversa relativamente à acima descrita.
Se depois de algumas tentativas o
motor não ligar, não insistir inutilmente,
mas contactar a Rede de Assistência
Abarth.
ATENÇÃO Não ligar directamente os
bornes negativos das duas baterias:
eventuais faíscas podem incendiar
o gás detonante que poderia sair da
bateria. Se a bateria auxiliar estiver
instalada noutro veículo, é necessário
evitar que entre este último e o veículo
com a bateria descarregada existam
partes metálicas em contacto.
ARRANQUE COM
MANOBRAS DE INÉRCIA
Evitar totalmente o arranque por
empurrão, reboque ou tirando partido
das descidas.
Estas manobras podem provocar o
afluxo de combustível à panela
catalítica e danificá-la
irremediavelmente.ATENÇÃO Enquanto o motor não
estiver ligado, o servo-freio e a direcção
assistida eléctrica não estão activos,
em seguida é necessário exercer um
esforço no pedal do travão e no
volante, muito maior do que o usual.
AVISO
28)Evitar absolutamente a utilização de
um carregador de baterias rápido para
o arranque de emergência: os sistemas
electrónicos e as centralinas de ignição e
alimentação do motor poderiam ficar
danificados.
AVISO
129)Este procedimento de arranque deve
ser efetuado por pessoal qualificado,
uma vez que manobras incorretas podem
provocar descargas elétricas de grande
intensidade. Além disso, o líquido existente
na bateria é venenoso e corrosivo, evitar
o contacto com a pele e os olhos.
Recomendamos não se aproximar da
bateria com chamas livres ou cigarros
acesos e não provocar faíscas.
SISTEMA DE
BLOQUEIO DO
COMBUSTÍVEL
Intervém em caso de choque
provocando:
a interrupção da alimentação de
combustível com consequente
desactivação do motor
o desbloqueio automático das
portas
o acendimento das luzes internas.
A intervenção do sistema é assinalada
pela visualização de uma mensagem
no display.
ATENÇÃO Inspeccionar correctamente
o veículo para garantir que não existem
fugas de combustível, por exemplo
no compartimento do motor, sob
o veículo ou em redor do depósito.
130)
Depois da colisão, rodar a chave de
ignição para a posição de STOP para
não descarregar a bateria.
Para restabelecer o correto
funcionamento do veículo, efetuar o
seguinte procedimento:
rodar a chave de ignição para a
posição MAR
activar o indicador de direcção
direito
119