ESP FIAT PUNTO 2020 Manual de Uso e Manutenção (in Portuguese)
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Para uma maior protecção em caso de
impacto, todos os passageiros devem via-
jar sentados e protegidos por adequados
sistemas de segurança.
Isto vale principalmente para as crianças.
Esta prescrição é obrigatória, conforme
a directiva
2003/20/CE, em todos os países mem-
bros da União
Europeia.
Para as crianças, em relação aos adultos,
a cabeça é proporcionalmente maior e
mais pesada do que o resto do corpo,
enquanto que os músculos e a estrutu-
ra óssea não estão totalmente desen-
volvidos. Portanto, para a sua retenção
correcta, em caso de colisão, são ne-
cessários sistemas diferentes dos cintos
de segurança dos adultos. Os resultados da investigação para uma
melhor protecção das crianças são re-
sumidos no Regulamento Europeu CEE-
R44, que além de os tornar obrigatórios,
subdivide os sistemas de retenção em
cinco grupos:
Grupo 0 até 10 kg de peso
Grupo 0+ até 13 kg de peso
Grupo 1 9-18 kg de peso
Grupo 2 15-25 kg de peso
Grupo 3 22-36 kg de peso
Como se pode ver, existe uma parcial
sobreposição entre os grupos, e de fac-
to, encontram-se no comércio dispositi-
vos que abrangem mais de um grupo de
pesos.
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E CONDUÇÃO
LUZES
AVISADORAS
E MENSAGENS
EM
EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO E CUIDADOS
DADOS
TÉCNICOS
ÍNDICE
ALFABÉTICO
TABLIER
E COMANDOS
SEGURANÇA
TRANSPORTAR CRIANÇAS COM SEGURANÇA
Todos os dispositivos de retenção da
criança devem indicar os dados de ho-
mologação, junto com a marca de con-
trolo, numa etiqueta fixada firmemente
na cadeirinha, a qual não deve ser abso-
lutamente removida.
Acima de 1,50 m de tamanho, as crian-
ças, do ponto de vista dos sistemas de
retenção, são equiparadas aos adultos e
usam os cintos normalmente.
Na Lineaccessori Fiat, estão disponíveis
bancos para crianças adequados a cada
grupo de peso. Recomenda-se esta se-
lecção, uma vez que foram concebidos e
experimentados especificamente para os
veículos Fiat.
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E MENSAGENS
EM
EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO E CUIDADOS
DADOS
TÉCNICOS
ÍNDICE
ALFABÉTICO
TABLIER
E COMANDOS
SEGURANÇA
fig. 10F0M0048m
GRUPO 2
As crianças de 15 aos 25 kg de peso po-
dem ser seguradas directamente pelos cin-
tos do veículo fig. 10. As cadeirinhas têm
só a função de posicionar correctamente
a criança em relação aos cintos, de mo-
do que o troço diagonal esteja aderente
ao tórax e nunca ao pescoço e que o tro-
ço horizontal esteja aderente à bacia e não
ao abdómen da criança.
A ilustração é apenas indi-
cativa para a montagem.
Montar a cadeirinha para crianças de
acordo com as instruções obrigato-
riamente fornecidas com a mesma.
AVISO
Existem cadeirinhas adapta-
das para cobrir os grupos de
peso 0 e 1 com um engate traseiro
aos cintos de segurança do veículo e
cintos próprios para segurar a crian-
ça. Devido ao seu peso, podem ser
perigosas se montadas incorrecta-
mente (por exemplo, se presas aos
cintos de segurança do veículo por
meio de uma almofada). Respeitar
escrupulosamente as instruções de
montagem anexas.
AVISO
GRUPO 3
Para crianças dos 22 aos 36 kg de peso
existem uns relevos específicos que per-
mitem a correcta passagem do cinto de
segurança.
A fig. 11 ilustra um exemplo do posicio-
namento correcto da criança no banco
traseiro.
Acima de 1,50 m de tamanho as crianças
utilizam os cintos como os adultos.
fig. 11F0M0049m
A figura é apenas indicativa
para a montagem. Montar a
cadeirinha para crianças de acordo
com as instruções obrigatoriamente
fornecidas com a mesma.
AVISO
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IDONEIDADE DOS BANCOS DO PASSAGEIRO PARA
A UTILIZAÇÃO DAS CADEIRINHAS UNIVERSAIS
O veículo está conforme com a nova Directiva Europeia 2000/3/CE qu\
e regulamenta
a possibilidade de montagem das cadeirinhas para crianças, nos vár\
ios lugares do veí-
culo, de acordo com a tabela seguinte: De seguida, são recapituladas as
normas de segurança que devem
ser respeitadas para o transporte
de crianças:
1) A posição aconselhada para a instala-
ção das cadeirinhas para crianças é no ban-
co posterior, enquanto é a mais protegi-
da em caso de colisão.
2) Em caso de desactivação do air bag
passageiro controlar sempre, através do
acendimento permanente da adequada luz
avisadora amarelo âmbar no quadro de
bordo, a sua desactivação.
3) Respeitar escrupulosamente as ins-
truções fornecidas com a cadeirinha para
crianças, que o fornecedor deve anexar
obrigatoriamente. Conservar no veículo,
juntamente com os documentos e com o
presente manual. Não utilizar cadeirinhas
usadas, sem instruções para a sua utiliza-
ção.
4) Verificar sempre, com uma tracção da
fita, o efectivo engate dos cintos.
5) Cada sistema de retenção é rigorosa-
mente relativo a um lugar; nunca trans-
portar duas crianças ao mesmo tempo.
6) Verificar sempre que os cintos não
apoiem no pescoço da criança.
7) Durante a viagem, não permitir que a
criança assuma posições anormais ou de-
saperte os cintos.
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LUZES
AVISADORAS
E MENSAGENS
EM
EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO E CUIDADOS
DADOS
TÉCNICOS
ÍNDICE
ALFABÉTICO
TABLIER
E COMANDOS
SEGURANÇAFaixas Passageiro Passageiro Passageiro
Grupo de peso anterior posterior posterior
central (●)
Grupo 0, 0+ até 13 kg U (▼)U *
Grupo 1 9-18 kg U (▼)U *
Grupo 215-25 kg U (▼)U *
Grupo 322-36 kg U (▼)U *
Legenda:
U = idóneo para os sistemas de retenção da categoria “Univer\
sal” conforme o Regu-
lamento Europeu CEE-R44 para os “Grupos” indicados.
(
▼) nos veículos cujo banco do passageiro não é regulável em \
altura, deve manter-se
o encosto na posição perfeitamente vertical.
* Em correspondência do lugar central posterior não pode ser monta\
do qualquer tipo
de cadeirinha.
(
●) Para versões/mercados, se previsto.
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8) Nunca transportar crianças ao colo,
nem no caso de recém-nascidos. Nin-
guém, por muito forte que seja, consegue
reter uma criança em caso de colisão.
9) Em caso de acidente, substituir a ca-
deirinha por uma nova.
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E MENSAGENS
EM
EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO E CUIDADOS
DADOS
TÉCNICOS
ÍNDICE
ALFABÉTICO
TABLIER
E COMANDOS
SEGURANÇA
Caso o airbarg do lado do
passageiro esteja activo, não
colocar crianças nas cadeirinhas no
banco da frente, viradas no sentido
contrário ao de andamento. A acti-
vação do airbag, em caso de colisão,
pode produzir lesões mortais nas
crianças transportadas, independen-
temente da gravidade da colisão. É
aconselhável, portanto, que as crian-
ças sejam sempre transportadas sen-
tadas na própria cadeirinha no ban-
co posterior, uma vez que esta é a po-
sição mais protegida em caso de co-
lisão.
AVISO
PRÉ-INSTALAÇÃO
PARA A MONTAGEM
DE CADEIRINHAS
“ISOFIX UNIVERSAL”
O veículo é predisposto para a montagem
das cadeirinhas Isofix Universal, um novo
sistema unificado europeu para o trans-
porte de crianças. A título indicativo na
fig. 12 é apresentado um exemplo de uma
cadeira. A cadeirinha Isofix Universal
abrange o grupo de peso: 1.
Devido ao diferente sistema de engate, a
cadeirinha deve ser vinculada mediante os
adequados anéis inferiores metálicos A-
fig. 13, posicionados entre o encosto e a
almofada posterior, em seguida, fixar a
correia superior (disponível junto com a
cadeirinha) no adequado anel B-fig. 14
situado na parte posterior do encosto, na
posição correspon dente ao banco. É pos-
sível efectuar a montagem mista de ca-
deirinhas tradicionais e “Isofix Universais”.
Lembramos que, no caso de cadeirinhas
Isofix Universal, podem ser utilizadas to-
das aquelas homologadas com a legenda
ECE R44/03 “Isofix Universal”.
fig. 12F0M0253m
Na Lineaccessori Fiat estão disponíveis a
cadeirinha para criança Isofix Universal
“Duo Plus” e a específica “G 0/1”.
Para maiores detalhes relativos à instala-
ção e/ou uso da cadeirinha, fazer referên-
cia ao “Manual de instruções” fornecido
juntamente com a cadeirinha.
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EMERGÊNCIA
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DADOS
TÉCNICOS
ÍNDICE
ALFABÉTICO
TABLIER
E COMANDOS
SEGURANÇA
fig. 13F0M0050m
fig. 14F0M0051m
Montar a cadeirinha apenas
com o veículo parado. A ca-
deirinha está correctamente fixa aos
suportes de pré-instalação, quando se
verificar que os engates foram correc-
tamente efectuados. Consultar, em to-
do o caso, as instruções de montagem,
desmontagem e posicionamento, que
o Fabricante da cadeirinha é obriga-
do a fornecer junto com a mesma.
AVISO
E
E
D C
D C B
B1 AContra-marcha
Contra-marcha
Contra-marcha
Contra-marcha
Contra-marcha
Contra-marcha
Sentido de marcha
Sentido de marcha
Sentido de marcha
IDONEIDADE DOS BANCOS DOS PASSAGEIROS PARA A
UTILIZAÇÃO DAS CADEIRINHAS ISOFIX UNIVERSAIS
A tabela abaixo ilustrada, em conformidade com a legislação europe\
ia ECE 16, indica a
possibilidade de instalação das cadeirinhas para crianças Isofi\
x Universais nos bancos
equipados de engates Isofix.
Grupo de peso Orientação Classe de Posição Isofix
cadeirinha tamanho lateral traseira
Isofix
Grupo 0 até a 10 kg
Grupo 0+ até a 13 kg
Grupo I de 9 até a 18 kg
IUF: adequado para sistemas de retenção para crianças Isofix or\
ientados no sentido
de marcha, de classe universal (equipados de terceiro engate superior)\
, homologados
para o uso no grupo de peso.
IL: adaptado para sistemas específicos de retenção para crianç\
as do tipo Isofix especí-
fico e homologado para este tipo de veículo. É possível instala\
r a cadeirinha, deslocan-
do para a frente o banco dianteiro. IL
IL
IL
IL
IL
IL
IUF
IUF
IUF
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AVISADORAS
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EM
EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO E CUIDADOS
DADOS
TÉCNICOS
ÍNDICE
ALFABÉTICO
TABLIER
E COMANDOS
SEGURANÇA
AIRBAGS FRONTAIS
O veículo está equipado com air bags
frontais para o condutor, para o passagei-
ro e air bag joelhos lado condutor (para
versões/mercados, se previsto).
Os air bags frontais condutor/passageiro
e o air bag joelhos lado condutor (para
versões/mercados, se previsto) protegem
os ocupantes dos lugares anteriores nas
colisões frontais de gravidade médio-alta,
mediante a interposição da almofada en-
tre o ocupante e o volante ou o tablier
porta-instrumentos.
A não activação dos air bags nos outros
tipos de impacto (lateral, posterior, capo-
tamento, etc...) não é portanto sinónimo
de mau funcionamento do sistema.
Em caso de colisão frontal, uma centrali-
na electrónica activa, quando necessário,
o enchimento da almofada. A almofada en-
che instantaneamente, servindo de pro-
tecção entre o corpo dos ocupantes do
banco dianteiro e as estruturas que pos-
sam causar lesões. Imediatamente a seguir,
a almofada esvazia-se.
Os air bag frontais condutor/passageiro
e o air bag joelhos lado condutor (para
versões/mercados, se previsto) não são
substitutivos, mas complementares ao uso
dos cintos de segurança, que se reco-
menda sempre de usar, como prescrito
pela legislação na Europa e na maioria dos
Países não europeus. O volume dos air bags frontais ao momen-
to do máximo enchimento abrange a maior
parte do espaço entre o volante e o con-
dutor e entre o tablier e o passageiro.
Em caso de colisão, uma pessoa que não
utilize os cintos de segurança avança e po-
de embater na almofada ainda em fase de
enchimento. Nesta situação, a protecção
proporcionada pela almofada é reduzida.
Os air bags frontais podem não se acti-
var nos seguintes casos:
❒nos embates frontais contra objectos
muito deformáveis, que não envolvem
a superfície frontal do veículo (por exem-
plo, embate do guarda-lamas contra
o guard rail, montes de gravilha, etc.);
❒encaixe do veículo debaixo de outrosveículos ou barreiras de protecção (por
exemplo, debaixo de camiões ou guard
rails), uma vez que poderiam não ofe-
recer qualquer protecção adicional re-
lativamente aos cintos de segurança,
o que tornaria a sua activação inade-
quada. A não activação, nestes casos,
não indica uma avaria do sistema.
Não aplicar autocolantes ou
outros objectos no volante,
na tampa do airbag do lado do pas-
sageiro ou no revestimento lateral do
lado do tecto. Não colocar objectos
no tablier do lado do passageiro, uma
vez que poderiam interferir com a cor-
recta abertura do airbag (por exem-
plo, telemóveis) e provocar ferimen-
tos graves aos ocupantes do veículo.
AVISO
Em caso de colisões de baixa gravidade
(para as quais é suficiente a acção de re-
tenção exercida pelos cintos de segu-
rança), os airbags não se activam. Assim,
é sempre nec essário utilizar os cintos de
segurança, que em caso de colisão lateral
garantem o posicionamento correcto do
ocupante, evitando a expulsão em caso de
colisões muito violentas.
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E MENSAGENS
EM
EMERGÊNCIA
MANUTENÇÃO E CUIDADOS
DADOS
TÉCNICOS
ÍNDICE
ALFABÉTICO
TABLIER
E COMANDOS
ARRANQUE
E CONDUÇÃO
❒aguardar o apagamento da luz avisado- ra
Ye m, que quanto mais quente
estiver o motor, mais rapidamente se
apagará;
❒carregar a fundo no pedal da embraia- gem, sem carregar no acelerador;
❒rodar a chave de arranque para a po-sição AVV logo a seguir à desligação da
luz avisadora
m. Aguardar demasiado
tempo significa tornar inútil o traba-
lho de aquecimento das velas. Largar
a chave logo que o motor arranque.
Se o motor não ligar na primeira tentati-
va, é necessário repor a chave na posição
de STOP antes de repetir a manobra de
arranque.
Se com chave na posição MAR a luz avi-
sadora
Yno quadro de instrumentos
permanece acesa acompanhada da luz avi-
sadora
maconselha-se a repor a chave
na posição de STOPe depois de novo
em MAR; se, as luzes avisadoras conti-
nuam a permanecer acesas, tentar de
novo com as outras chaves em dotação.
AVISO Se a luz avisadora
Yno quadro
de instrumentos permanece acesa no
modo fixo, dirigir-se imediatamente
à Rede de Assistência Fiat.
AVISO Com o motor desligado não dei-
xar a chave de arranque na posição MAR.O acendimento da luz avisa-
dora
mde forma intermi-
tente durante 60 segundos
após o arranque ou durante
um arrastamento prolongado, assina-
la uma anomalia no sistema de pré-
aquecimento das velas. Se o motor ar-
rancar, é possível utilizar regularmen-
te o veículo, mas deve dirigir-se o mais
rapidamente possível à Rede de Assis-
tência Fiat.Até quando o motor não é li-
gado o servo-freio e a direc-
ção assistida não são activa-
das, em seguida, é necessário
exercer um esforço seja no pedal do
travão, que no volante, muito maior do
habitual.
Evitar de todo o arranque por
empurrão ou tirando partido
das descidas. Estas manobras
podem provocar o afluxo de
combustível no catalisador e danificá-lo
irremediavelmente.
DESLIGAÇÃO DO MOTOR
Com o motor ao ralenti, rodar a chave de
arranque para a posição de STOP.
AVISO Depois de um percurso cansativo,
é aconselhável deixar que o motor “tome
fôlego” antes de o desligar, fazendo-o ro-
dar ao ralenti, para permitir que a tempe-
ratura no interior do vão motor diminua.
A “aceleradela” antes de des-
ligar o motor não serve de
nada, provoca um consumo
inútil de combustível e, espe-
cialmente para os motores com tur-
bocompressor, é prejudicial.
AQUECIMENTO DO MOTOR
DEPOIS DO ARRANQUE
(gasolina e gasóleo)
Proceder como a seguir:
❒pôr o veículo em movimento lenta- mente, fazendo o motor rodar a regi-
me médio, sem acelerações bruscas;
❒evitar exigir durante os primeiros qui- lómetros o máximo das prestações.
Recomenda-se aguardar até que o in-
dicador do termómetro do líquido
de arrefecimento do motor comece
a mexer-se.
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DADOS
TÉCNICOS
ÍNDICE
ALFABÉTICO
TABLIER
E COMANDOS
ARRANQUE
E CONDUÇÃO
fig. 2F0M0503m
Para mudar correctamente
as velocidades, é necessário
carregar até ao fundo no pedal da
embraiagem. Portanto, o pavimento
sob a pedaleira não deve apresen-
tar obstáculos: certifique-se de que
eventuais tapetes estejam sempre
bem esticados e não interfiram com
os pedais.
AVISO
Não conduzir com a mão
apoiada na alavanca da cai-
xa de velocidades, porque
o esforço exercido, mesmo se
ligeiro, a longo andar pode desgastar
os elementos internos na caixa de ve-
locidades.
Porta-bagagens/porta-esquis
Retirar o porta-bagagens ou o porta-es-
quis do tejadilho depois de utilizados. Es-
tes acessórios diminuem a penetração
aerodinâmica do veículo, tendo uma
influência negativa nos consumos. Em ca-
so de transporte de objectos especial-
mente grandes, utilizar de preferência
um reboque.
Utilizadores eléctricos
Utilizar os dispositivos eléctricos apenas
durante o tempo necessário. O óculo pos-
terior térmico, os faróis suplementares,
os limpa pára-brisas, a ventoinha do sis-
tema de aquecimento absorvem uma no-
tável quantidade de corrente, provocan-
do por conseguinte um aumento do con-
sumo de combustível (até +25% no ciclo
urbano).
Climatizador
O uso do climatizador leva a consumos
mais elevados (até +20%, em média):
quando a temperatura externa o permitir,
utilizar de preferência os ventiladores.
Apêndices aerodinâmicos
O uso de apêndices aerodinâmicos, não
certificados para tal fim, pode prejudicar
a aerodinâmica e os consumos.ECONOMIA
DE COMBUSTÍVEL
De seguida indicamos algumas sugestões
úteis que permitem obter uma economia
de combustível e uma contenção das emis-
sões nocivas.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Manutenção do veículo
Respeite a manutenção do veículo reali-
zando os controlos e as afinações previstas
no “Plano de Manutenção Programada”.
Pneus
Controlar periodicamente a pressão dos
pneus com um intervalo não superior as
4 semanas: se a pressão estiver muito bai-
xa, os consumos aumentam, porque maior
é a resistência ao rolamento.
Cargas inúteis
Não viajar com a bagageira sobrecarre-
gada. O peso do veículo (principalmente
no tráfego urbano), e o seu alinhamento
influenciam fortemente os consumos
e a estabilidade.
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DADOS
TÉCNICOS
ÍNDICE
ALFABÉTICO
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E CONDUÇÃO
ESTILO DE CONDUÇÃO
Arranque
Não deixar aquecer o motor com veícu-
lo parado nem ao ralenti, nem a regime
elevado: nestas condições o motor aque-
ce muito mais lentamente, aumentando os
consumos e as emissões. É aconselhável
partir logo e lentamente, evitando regimes
elevados: deste modo o motor aquecerá
mais rapidamente.
Manobras inúteis
Evitar acelerar quando está parado nos se-
máforos ou antes de desligar o motor. Es-
ta última manobra, tal como a “dobradi-
nha” (dupla embraiagem), são totalmente
inúteis, provocando um aumento dos con-
sumos e da poluição.
Engate das mudanças
Se as condições do tráfego e o percurso
em estrada o permitirem, utilizar uma re-
lação de caixa mais alta. Utilizar uma rela-
ção de caixa mais baixa para obter uma ace-
leração mais rápida, implica um aumento
dos consumos.
O uso impróprio de uma velocidade alta
aumenta os consumos, as emissões e des-
gasta o motor. Situações de tráfego e
condições da estrada
Os consumos muito elevados devem-se
a situações de tráfego intenso, por exem-
plo quando se está em filas de trânsito,
com frequentes utilizações das relações
inferiores da caixa de velocidades, ou nas
grandes cidades, onde existem muitos se-
máforos. Também os percursos sinuosos,
tais como as estradas de montanha ou su-
perfícies de estrada irregulares, prejudi-
cam os consumos.
Paragens no trânsito
Durante as paragens prolongadas (por ex.
passagens de comboio) é aconselhável des-
ligar o motor.
REBOQUE DE ATRELADOS
AVISOS
Para o reboque de roulotes ou atrelados,
o veículo deve ter um gancho de reboque
homologado e um sistema eléctrico ade-
quado. A instalação deve ser efectuada por
pessoal especializado, que fornece a do-
cumentação adequada para a circulação
em estrada.
Montar eventualmente espelhos retrovi-
sores específicos e/ou suplementares, no
respeito das vigentes normas do Código
de Circulação da Estrada.
Velocidade máxima
O consumo de combustível aumenta sig-
nificativamente com o aumento da ve-
locidade. Manter uma velocidade o mais
uniforme possível, evitando travagens ou
acelerações supérfluas, que provocam
um consumo excessivo de combustível
e aumento das emissões.
Aceleração
Acelerar violentamente prejudica de ma-
neira notável os consumos e as emissões:
acelerar com gradualidade e não ultra-
passar o regime de máximo binário.
CONDIÇÕES DE USO
Arranque a frio
Percursos muito curtos e frequentes ar-
ranques a frio não permitem, ao motor,
atingir a temperatura de funcionamento
ideal. Provoca um aumento significativo dos
consumos (de +15 a +30% em ciclo urba-
no) e das emissões.
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MANUTENÇÃO E CUIDADOS
DADOS
TÉCNICOS
ÍNDICE
ALFABÉTICO
TABLIER
E COMANDOS
ARRANQUE
E CONDUÇÃO
Lembre-se que o reboque de um atrelado
reduz a possibilidade de ultrapassar as
pendências máximas, aumenta os espaços
de paragem e os tempos para uma ultra-
passagem sempre em relação ao peso
total do mesmo.
Nos percursos em descida, engate uma
mudança baixa, em vez de usar constan-
temente o travão.
O peso que o reboque exerce no gancho
de reboque do veículo, reduz em iguais va-
lores a capacidade de carga do próprio
veículo. Para terem a certeza de não ul-
trapassar o peso máximo rebocável (in-
dicado no Documento Único Automóvel),
é necessário ter em conta o peso do atre-
lado com plena carga, incluindo os aces-
sórios e as bagagens pessoais.
Respeitar os limites de velocidade espe-
cíficos de cada país para os veículos com
reboque. Em todo o caso, a velocidade
máxima não deve ultrapassar os 100 km/h.
Recomenda-se a utilização de um estabi-
lizador adequado no timão do atrelado
a rebocar.
O sistema ABS com que
o veículo pode ser equipado
não controla o sistema de travagem
do reboque. Assim, é necessário ter
um cuidado especial nas descidas
acentuadas.
AVISO
Nunca modificar o sistema
de travagem do veículo para
comandar o travão do reboque. O sis-
tema de travagem do reboque deve
ser completamente independente do
sistema hidráulico do veículo.
AVISO
INSTALAÇÃO DO GANCHO
DE REBOQUE
O dispositivo de reboque deve ser fixado
na carroçaria por pessoal especializado, res-
peitando as eventuais informações suple-
mentares e/ou integrativas entregues pelo
Fabricante do dispositivo.
O dispositivo de reboque deve respeitar
as actuais normas vigentes com referên-
cia à Directiva 94/20/CEE e sucessivas
emendas.
Para qualquer versão deve utilizar-se um
dispositivo de reboque adequado ao valor
da massa a rebocar do veículo no qual se
quer efectuar a instalação. Para a conexão eléctrica deve ser adop-
tada uma junção unificada, que geralmen-
te é colocada num adequado estribo fixa-
do de norma no dispositivo do próprio re-
boque, e deve ser instalado no veículo
uma centralina específica para o funcio-
namento das luzes externas do reboque.
As ligações eléctricas devem ser efectua-
das com as junções de 7 ou 13 pólos ali-
mentadas a 12VDC (normas CUNA/UNI
e ISO/DIN) respeitando eventuais indica-
ções de referência do Fabricante do veí-
culo e/ou do Fabricante do dispositivo de
reboque.
Um eventual travão eléctrico ou outro
(guincho eléctrico, etc.) deve ser alimenta-
do directamente pela bateria mediante um
cabo com secção não inferior a 2,5 mm
2.
AVISO O uso do travão eléctrico ou de
um eventual guincho deve ser realizado
com o motor ligado.
Além das derivações eléctricas é admitido
ligar ao sistema eléctrico do veículo só o
cabo para a alimentação de um eventual
travão eléctrico e o cabo para uma lâm-
pada de iluminação interna do atrelado
com potência não superior a 15 W.
Para as conexões utilizar a centralina pré-
instalada com cabo da bateria não inferior
a 2,5 mm
2.
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