ECU Lancia Thesis 2008 Manual de Uso e Manutenção (in Portuguese)
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– Manter uma distância de segu-
rança maior em relação aos veículos
da frente do que durante o dia: é di-
ficil avaliar a velocidade dos outros
veículos quando somente as luzes são
visíveis
– Usar os faróis de máximos somente
fora das cidades e quando tiver a cer-
teza de que não atrapalha os outros
motoristas.
– Cruzando com um outro veículo,
se estiverem acesos, desligar os faróis
de máximos e passar aos faróis de mé-
dios.
– Manter as luzes e os faróis limpos.
– Fora da cidade, atenção ao atra-
vessamento de animais.
GUIAR COM CHUVA
A chuva e as estradas molhadas sig-
nificam perigo.
Numa estrada molhada, todas as
manobras são mais difíceis, pois o
atrito das rodas no asfalto é reduzido
de modo considerável. Consequente-
mente, os espaços de travagem au-
mentam muito e a aderência na es-
trada diminui.Eis aqui, alguns conselhos a seguir
em caso de chuva:
– Reduzir a velocidade e manter
uma distância de segurança maior dos
veículos de frente.
– Se estiver a chover muito forte, a
visibilidade também é reduzida. Neste
casos, mesmo se for dia, acender os
faróis de médios, para tornar-se mais
visíveis aos outros.
– Não atravessar as poças em alta
velocidade e segurar o volante com
firmeza: uma poça atravessada em
alta velocidade pode provocar a perda
de controlo do veículo (“aquapla-
ning”).
– Colocar os comandos do climati-
zador na função de desembaciamento
(como indicado no capítulo “Conhe-
cimento do veículo”), para não ter
problemas de visibilidade.
– Verificar, de vez em quando, as
condições das escovas dos limpa-
pára-brisas. – Não conduzir por muitas horas
consecutivas, mas efectuar paradas
periódicas para fazer um pouco de
movimento e revigorar o físico.
– Fazer em modo que o ar seja tro-
cado constantemente no habitáculo.
– Nunca percorrer descidas com o
motor desligado: não tendo o auxílio
do travão motor, do servofreio e da
direcção assistida, a acção de trava-
gem requer um esforço maior do pe-
dal e na acção de viragem, um esforço
maior do volante.
GUIAR DE NOITE
Eis aqui, as principais indicações a
seguir quando viajar de noite.
– Conduzir com prudência especial:
de noite as condições de condução são
mais difíceis.
– Reduzir a velocidade, principla-
mente em estradas sem iluminação.
– Aos primeiros sinais de sonolência,
parar: prosseguir seria um risco para
si e para os outros. Continuar a via-
gem somente depois de ter descansado
bastante.
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Engate das velocidades
Assim que as condições de trânsito e
a estrada o permitirem, utilizar uma
velocidade mais alta. Utilizar uma ve-
locidade baixa para obter uma acele-
ração brilhante provoca um aumento
dos consumos. Da mesma forma, o
uso inadequado de uma velocidade
alta, aumenta consumos, emissões,
desgaste do motor.
Velocidade máxima
O consumo de combustível cresce de
modo considerável com o aumento da
velocidade: é útil observar que, pas-
sando de 90 para 120 km/h, ocorre
um aumento nos consumos de cerca
+30%. Para além disso, manter uma
velocidade o mais uniforme possível,
evitando travadas e recuperações su-
pérfluas que cosomem combustível e,
ao mesmo tempo, aumentam as
emissões. Por isso, é aconselhável
adoptar um estilo de condução
“suave” procurando prever as mano-
bras para evitar perigos iminentes e
respeitar as distâncias de segurança
para evitar abrandamentos bruscos.Aceleração
Acelerar violentamente levando o
motor a um número de rotações ele-
vado prejudica de modo considerável
os consumos e as emissões; convém
acelerar gradualmente e não ultra-
passar o regime de binário máximo.
CONDIÇÕES DE USO
Arranque com motor frio
Percursos muito curtos e frequentes
arranques com o motor frio não per-
mitem que este último alcance a tem-
peratura ideal de funcionamento.
Tem-se, como resultado, um signifi-
cativo aumento quer dos consumos
(de +15 até a +30% no percurso ur-
bano), quer das emissões de substân-
cias nocivas. Acessórios aerodinâmicos
O uso de acessórios aerodinâmicos,
não certificados para tal fim, pode
prejudicar a aerodinâmica e os con-
sumos.
ESTILO DE CONDUÇÃO
Arranque
Não aquecer o motor com o veículo
parado, nem ao regime de mínimo,
nem ao regime elevado: nestas con-
dições, o motor se aquece muito mais
lentamente, aumentando consumos e
emissões. É aconselhável, portanto,
partir logo e devagar, evitando regi-
mes elevados, o que faz com que o
motor se aqueça mais rapidamente.
Manobras inúteis
Evitar pisadas no acelerador ao es-
tar parado num semáforo ou antes de
desligar o motor. Esta última mano-
bra, bem como a “dupla embraia-
gem” são absolutamente inúteis nos
veículos modernos. Estas operações
aumentam os consumos e a poluição.
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SE QUEIMAR
UM FUSÍVEL
GENERALIDADES(fig. 67)
O fusível é um elemento de pro-
tecção do sistema eléctrico: este inter-
vém (ou seja, interrompe-se) essen-
cialmente, em caso de avaria ou de in-
tervenção imprópria no sistema.
Quando um dispositivo não fun-
ciona, é necessário verificar a eficiên-
cia do respectivo fusível de protecção.
O elemento condutor não deve estar
interrompido; em caso contrário, é ne-
cessário substituir o fusível queimado
com um outro que haja a mesma am-
peragem (mesma cor).A- Fusível em bom estado
B- Fusível com elemento condutor
interrompido.
Remover o fusível queimado utili-
zando a pinça C, situada na unidade
central porta-fusíveis.
Antes de substituir um
fusível, certificar-se de ter
tirado a chave do disposi-
tivo de arranque e de ter desligado
e/ou desactivado todos os acessó-
rios eléctricos.
fig. 67
L0A0127b
Nunca substituir um fusí-
vel queimado com fios me-
tálicos ou outro material
de recupero. Utilizar sempre um
fusível em bom estado e da mesma
cor.
Nunca substituir, de modo
algum, um fusível por um
outro de amperagem maior:
PERIGO DE INCÊNDIO!Se, um fusível geral de
protecção (MIDI-FUSE ou
MEGA-FUSE), se inte-
rrompe, não realizar nenhuma in-
tervenção de repação, mas dirigir-
se à Rede de Assistência Lancia.
Se o fusível se interrom-
per novamente, dirigir-se à
Rede de Assistência Lan-
cia.
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Dispositivos e acessórios
Descongelador do pára-brisas aquecido
Descongelador dos jactos de água do limpa-pára-brisas
SCS
Banco comfort dianteiro do condutor
Banco comfort dianteiro do passageiro
Banco eléctrico dianteiro do condutor
(movimentação)
Banco eléctrico dianteiro do passageiro
(movimentação)
Bancos dianteiros (aquecimento)
Bancos traseiros (aquecimento)
Serviços primários da injecção electrónica
Serviços secundários da injecção electrónica
Sirene de alarme (unidade)
Porta de combustível (moto-redutor bloqueio/desbloqueio)
Pala de sol térmica
Limpa-lava-pára-brisas
Tecto de abrir (interface unidade)
Volante (movimentação da coluna de direcção)
Fusível
7
7
15
5
9
5
9
16
20
20
18
6
11
4
12
4
2
15
Ampère
15
15
7.5
30
30
30
30
20
20
15
15
10
10
15
30
15
20
7.5
Localização
fig. 73
fig. 73
fig. 73
fig. 78
fig. 78
fig. 78
fig. 78
fig. 78
fig. 78
fig. 75
fig. 75
fig. 73
fig. 73
fig. 73
fig. 73
fig. 73
fig. 78
fig. 73
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SE DESCARREGAR
A BATERIA
Antes de mais nada, aconselha-se de
consultar, no capítulo “Manutenção
do veículo”, as precauções para evitar
que a bateria se descarregue e para
garantir-lhe uma longa duração.
RECARGA DA BATERIA
AVISOA descrição do procedimento
de recarga da bateria é indicado uni-
camente a título informativo. Para a
execução desta operação, recomenda-
se de dirigir-se à Rede de Assistên-
cia Lancia.
Aconselha-se uma recarga lenta com
baixa amperagem pela duração de
cerca de 24 horas. Uma carga muito
longa poderia danificar a bateria.Antes de efectuar a re-
carga, ler atentamente e
seguir as instruções indi-
cadas no parágrafo anterior
“Quando se deve desligar a bate-
ria”.
Para efectuar a recarga proceder
como indicado a seguir:
– Desligar o borne do pólo negativo
(-) da bateria.
– Ligar, aos pólos da bateria, os ca-
bos do aparelho de recarga, respei-
tando as polaridades.
– Ligar o aparelho de recarga.
– Terminada a recarga, desligar o
aparelho antes de desligá-lo da bate-
ria.
– Ligar o borne ao pólo negativo (-)
da bateria.O líquido contido na ba-
teria é venenoso e corro-
sivo. Evitar o contacto com
a pele ou os olhos. A operação de
recarga da bateria deve ser efec-
tuada em ambiente ventilado e
longe das chamas ou possíveis fon-
tes de faíscas: perigo de explosão
e de incêndio.
ARRANQUE COM BATERIA
AUXILIAR
Ver o parágrafo “Arranque com ba-
teria auxiliar” neste capítulo.
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PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA
20 40 60 80 100 120 140 160 180 milhares de quilómetros
Controlo do estado/desgaste dos pneus e, se necessário, regulação pressão
Controlo do estado de carga das baterias primária e secundária
Controlo do desgaste das escovas dos limpa-pára-brisas
Controlo do estado e do desgaste das pastilhas do travão de disco traseiros
Controlo visual das condições: protector da parte inferior do chassis e
possível presença de corrosão na carroçaria, nas partes móveis e órgãos
mecânicos, nas tubagens (escape-alimentação, combustível - travões),
nos elementos de borracha (foles, mangas, casquilhos, etc.) nos tubos
flexíveis, sistema dos travões e alimentação
Controlo estado limpeza fechaduras capot motor e bagageira, limpeza e
lubrificação mecanismo de levas
Controlo visual das condições correia Poly-V comando acessóriosi
Controlo do fumo dos motores diesel
Substituição do filtro do combustível (versões JTD)
Verificação do sistema anti-evaporação
Substituição do cartucho do filtro de ar (versões a gasolina)
Substituição do cartucho do filtro de ar (versões JTD)
Controlo e eventual restabelecimento do nível dos líquidos
(refrigeração do motor, travões, embraiagem hidráulica, direcção
assistida, lava-pára-brisas, bateria, etc.)
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INTERVENÇÕES
ADICIONAIS
A cada 1.000 kmou antes de via-
gens longas, controlar e eventual-
mente restabelecer:
– nível do líquido de refrigeração do
motor
– nível do líquido dos travões/co-
mando hidráulico da embraiagem
– nível do líquido da direcção assis-
tida
– nível do líquido do lava-pára-bri-
sas e lava-faróis
– pressão e estado dos pneus.
A cada 3.000 kmcontrolar e, se ne-
cessário, restabelecer o nível do óleo
do motor.
Aconselha-se o uso dos produtos da
FL Selenia, estudados e realizados
especialmente para os veículos LAN-
CIA (ver a tabela “Abastecimentos”
no capítulo “Características técni-
cas”).
PLANO DE
INSPECÇÃO ANUAL
Para os veículos com uma quilo-
metragem anual inferior aos
20.000 km (exemplo cerca de
10.000 km) aconselha-se um plano
de inspecção anual com os seguin-
tes conteúdos:
1) Controlo do estado/desgaste dos
pneus e, se necessário, regulação da
pressão (incluída a roda sobressa-
lente)
2) Controlo do desgaste das escovas
do limpa-pára-brisas
3) Controlo do estado e desgaste das
pastilhas dos travões de disco trasei-
ros
4) Controlo visual das condições:
protector da parte inferior da ca-
rroçaria e eventual presença de co-
rrosão na carroçaria das partes mó-
veis e órgãos mecânicos, tubagens,
(escape - alimentação do combustível
- travões), elementos de borracha (fo-
les - mangas - casquilhos etc.), tuba-
gens flexíveis, sistemas dos travões e
alimentação5) Controlo estado limpeza fecha-
duras capot motor e bagageira, lim-
peza e lubrificação mecanismo de le-
vas
6) Controlo do estado de carga das
baterias primária e secundária
7) Controlo visual das condições das
correias dos comandos dos órgãos au-
xiliares
8) Controlo e, se necessário, resta-
becimento do nível dos líquidos (re-
frigeração do motor, travões, lava-
pára-brisas, bateria, etc.)
9) Substituição do óleo do motor
10) Substituição do filtro do óleo do
motor
11) Substituição do filtro anti-pó.
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RECARGA DA BATERIA
AVISOA descrição do procedimento
de recarga da bateria está indicada
unicamente a título informativo. Para
a execução desta operação, reco-
menda-se de dirigir-se à Rede de As-
sistência Lancia.
Aconselha-se uma recarga lenta com
baixa amperagem pela duração de
cerca de 24 horas. Uma recarga pro-
longada poderia danificar a bateria.
Antes de efectuar a re-
carga, ler atentamente e
seguir as instruções indi-
cadas no parágrafo “Quando se
deve desligar a bateria” do capí-
tulo “Em emergência”.
Para efectuar a recarga proceder
como indicado a seguir:
– Desligar o borne do pólo negativo
(–) da bateria.
– Ligar aos pólos da bateria nos ca-
bos do aparelho de recarga, respei-
tando as polaridades.
– Ligar o aparelho de recarga.– Terminada a recarga, desligar o
aparelho antes de desligá-lo da bate-
ria.
– Ligar o borne ao pólo negativo (–)
da bateria.
O líquido contido na ba-
teria é venenoso e corro-
sivo. Evitar o contacto com
a pele ou os olhos. A operação de
recarga da bateria deve ser efec-
tuada em ambiente ventilado e
longe das chamas ou de possíveis
fontes de faíscas: perigo de ex-
plosão e de incêndio.
Não tentar de recarregar
uma bateria congelada: é
necessário primeiro des-
congelá-la, caso contrário, se corre
o risco de explosão. Se foi conge-
lado, é necessário fazer controlar a
bateria antes da recarga, por pessoal
especializado, para verificar que os
elementos internos não se tenham
danificados e que o contentor não
esteja perfurado, com risco de saída
de ácido venenoso e corrosivo.AVISOA bateria mantida com es-
tado de carga abaixo de 50% a
mesma danifica-se por sulfutação, re-
duz a capacidade e a atitudine ao
arranque e, além disso, é maiormente
sujeita à possibilidade de congela-
mento (pode já verificar-se a –10 °C).
Em caso de paragem prolongada, fa-
zer referência ao parágrafo “Inactivi-
dade do veículo”, no capítulo “Uso do
veículo e conselhos prácticos”.
SUBSTITUIÇÃO DA BATERIA
Em caso de substituição da bateria
ocorre substituí-la com outra original
que possua as mesmas características.
No caso de substituição com bateria
que haja características diferentes,
perdem-se os prazos de manutenção
previstos no Plano de Manutenção
Programada neste capítulo; para a re-
lativa manutenção é necessário res-
peitar as indicações fornecidas pelo
Fabricante da mesma bateria.
AVISOAntes de abrir a porta da
bagageira para desligar a bateria, ler
atentamente e seguir as instruções in-
dicadas no parágrafo “Quando se
deve desligar a bateria” do capítulo
“Em emergência”.
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